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 Ficha de Vampiros de Veneza

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King Werneck

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Mensagens : 29
Data de inscrição : 13/11/2014
Idade : 27

MensagemAssunto: Ficha de Vampiros de Veneza   Sex Nov 14, 2014 10:50 am

Distribuição de Pontos para o Personagem:

Neófito:
Atributos:
7/5/3

Habilidade:
11/7/5

Antecedentes:
5

Disciplinas:
3

Força de Vontade
(Nível da coragem)
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Ancillae:
Atributos:
8/6/4

Habilidade:
15/10/6

Antecedentes:
9

Disciplinas:
5

Força de Vontade
(Nível da coragem +2)
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Virtudes:
7

Caminho/Trilha
(Consciência + Autocontrole)

Bônus: 15


Distribuição de Bônus:

Atributos: A cada 1 ponto em um Atributo você irá gastar 5 Pontos Bônus

Habilidades: A cada 1 ponto em uma Habilidade você irá gastar 2 Pontos Bônus

Disciplinas: A cada 1 ponto em uma Disciplina, você irá gastar 7 Pontos Bônus

Antecedentes: A cada 1 ponto em Antecedentes você irá gastar 1 Ponto bônus.

Virtudes: A cada 1 ponto em Virtude irá gastar 2 Pontos Bônus

Força de Vontade: A cada 1 ponto de Força de Vontade (FdV) você irá gastar 1 Ponto Bônus.

Caminho/Trilha: A cada 1 ponto de Caminho/Trilha você irá gastar 1 Ponto Bônus.


Qualidades e Defeitos:

A cada DEFEITO que você adquirir, receberá aquele valor com (-) como pontos bônus, esses pontos poderão ser usados para comprar QUALIDADES. Os defeitos podem atingir no máximo -7.
A cada QUALIDADE que você adquirir, gastará aquele valor com (+) com pontos bônus, esses pontos poderão ser compensados comprando DEFEITOS. As qualidades podem atingir no máximo +7.


Última edição por King Werneck em Sab Nov 15, 2014 5:33 pm, editado 2 vez(es)
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King Werneck

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Mensagens : 29
Data de inscrição : 13/11/2014
Idade : 27

MensagemAssunto: Re: Ficha de Vampiros de Veneza   Sex Nov 14, 2014 10:50 am

Esqueleto da Ficha:

- Nome:
- Jogador:
- Crônica:
- Natureza:
- Comportamento:
- Clã:
- Senhor:
- Conceito:
- Geração:
- Rank:

- Atributos -

─ Físicos ─

- Força: ◘
- Destreza: ◘
- Vigor: ◘

─ Sociais ─

- Carisma: ◘
- Manipulação: ◘
- Aparência: ◘

─ Mentais ─

- Percepção: ◘
- Inteligência: ◘
- Raciocínio: ◘

- Habilidades -

─ Talentos ─

- Representação:
- Prontidão:
- Esportes:
- Briga:
- Esquiva:
- Empatia:
- Intimidação:
- Manha:
- Liderança:
- Lábia:
- Outro talento a especificar:


─ Pericias ─

- Empatia c/ Animais:
- Arqueirismo:
- Segurança:
- Etiqueta:
- Herborismo:
- Armas Brancas:
- Expressão:
- Cavalgar:
- Furtividade:
- Sobrevivência:
- Outra perícia a especificar:

─ Conhecimentos ─

- Instrução:
- Sabedoria Popular:
- Investigação:
- Direito:
- Lingüística:
- Medicina:
- Ocultismo:
- Política:
- Ciência:
- Senescalia:
- Outro conhecimento a especificar:

- Vantagens -

─ Antecedentes ─


─ Disciplinas ─


─ Virtudes ─

- Consciência/Convicção: ◘
- Auto-Controle/Instinto: ◘
- Coragem: ◘

─ Caminho ─
Trilha/Caminho:

─ Força de Vontade ─


─ Qualidades ─

─ Defeitos ─


- Descrição do Personagem -

- Cabelo:
- Cor dos Olhos:
- Altura:
- Peso:
- Cor de Pele:
- Idade Real:
- Idade Aparente:
- Nacionalidade:
- Foto do Personagem:
- Linguás Faladas:


- Prelúdio do Personagem -

- Imagens -
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Jéss Werneck

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Mensagens : 6
Data de inscrição : 14/11/2014
Idade : 25

MensagemAssunto: Re: Ficha de Vampiros de Veneza   Sex Nov 14, 2014 8:40 pm

- Nome: Isabella Matarasso
- Jogador: Jéss Werneck
- Crônica: Veneza
- Natureza: Sobrevivente
- Comportamento: Autista
- Clã: Tremere
- Senhor: Augustos Bunffon
- Conceito: Estudante da Capela
- Geração: 8
- Rank: Neófito

- Atributos -

─ Físicos ─

- Força: ◘◘
- Destreza: ◘◘
- Vigor: ◘◘

─ Sociais ─

- Carisma: ◘◘◘
- Manipulação: ◘◘
- Aparência: ◘◘◘

─ Mentais ─

- Percepção: ◘◘◘
- Inteligência: ◘◘◘
- Raciocínio: ◘◘◘◘

- Habilidades -

─ Talentos ─

- Representação:
- Prontidão: ◘◘
- Esportes: ◘◘
- Briga: ◘◘
- Esquiva:
- Empatia:
- Intimidação:
- Manha: ◘
- Liderança: ◘◘
- Lábia: ◘◘
- Outro talento a especificar:


─ Pericias ─

- Empatia c/ Animais:
- Arqueirismo:
- Segurança:
- Etiqueta: ◘◘
- Herborismo:
- Armas Brancas:
- Expressão:
- Cavalgar:
- Furtividade: ◘
- Sobrevivência: ◘
- Outra perícia a especificar:

─ Conhecimentos ─

- Instrução: ◘
- Sabedoria Popular: ◘
- Investigação: ◘◘
- Direito:
- Lingüística: ◘
- Medicina:
- Ocultismo: ◘◘◘
- Política:
- Ciência:
- Senescalia:
- Outro conhecimento a especificar:

- Vantagens -

─ Antecedentes ─
Mentor: ◘◘
Rituais: ◘
Geração:◘◘◘◘◘

─ Disciplinas ─
Dominação: ◘
Auspícios: ◘
Taumaturgia:
-Poder de Neptuno ◘

─ Virtudes ─

- Consciência/Convicção: ◘◘◘
- Auto-Controle/Instinto: ◘◘◘
- Coragem: ◘◘◘◘

─ Caminho ─
Trilha/Caminho:
◘◘◘◘◘.◘

─ Força de Vontade ─
◘◘◘◘.◘◘◘

─ Qualidades ─
Vontade de Ferro (+3)

─ Defeitos ─
Criança (-3)


- Descrição do Personagem -

- Cabelo: Ruivos e compridos
- Cor dos Olhos: Azuis
- Altura: 1,55 cm
- Peso: 48 kg
- Cor de Pele: Clara
- Idade Real: 18 anos
- Idade Aparente: 14
- Nacionalidade: Italiana
- Foto do Personagem:

- Línguas Faladas: Italiano, Frances


- Prelúdio do Personagem –
Eu cresci em meio a docas e gôndolas de Sereníssima com outras crianças, que assim como eu eram esquecidos ou simplesmente abandonados.

Quando completei 13 anos comecei a ter sonhos que diziam o futuro, e num desses sonhos eu vi a morte de um dos meninos que andavam comigo, apesar de meus avisos eu não pude evitar seu afogamento, as outras crianças começaram a me evitar ou jogar pedras em mim quando eu passava.

Em uma dessas vezes uma das pedras me acertou na fronte e eu acabei por desmaiar caindo na água, meu corpo inerte afundou como uma pedra, apesar de inerte eu senti alguma força ser expelida de meu corpo e quando abri meus olhos o que eu vi era assustador demais para que eu entendesse. Uma gôndola velha esmagava as crianças que me haviam agredido, eu ainda vomitava água quando percebi que não estava sozinha.

De pé perto da gôndola estava a figura de um homem, este sorriu pra mim quando percebeu meu olhar, havia sangue nos lábios do estranho, eu gritei quando eu o vi tocar no sangue de uma das crianças e se deliciar saboreando o liquido vermelho, ao tentar fugir eu senti o peso da mão dele me empurrar contra o chão frio e depois apenas a dor da mordida e a escuridão.

Ao acordar eu me encontrei deitada na velha gôndola cheia de feno que eu usava para dormir, meu corpo queimava em febre e o frio que eu sentia era enorme mas tudo oque havia acontecido parecia um sonho ruim apesar de eu saber que não era.

As noites que se seguiram eu me sentia observada e a qualquer custo eu evitava os canais menos movimentados, mas quando o inverno chegou e eu completei 14 anos conseguia algumas moedas para guiar gondolas pelo canais de Sereníssima, as moedas que eu ganhava eu usava para me alimentar e comprar roupas para o frio tornando minha vida um pouco mais confortável.

Os sonhos que antes eram sobre meus amigos, agora era sobre as pessoas que eu levava na gôndola mas o medo me impedia de avisa-los sobre o que eu via, já que eu tinha medo das represálias e mais medo ainda do que havia acontecido naquela noite.

Foi na chegada da primavera que eu fui abraçada, foi logo depois do por do sol quando eu guiava a gôndola para por entre os canais na direção de uma das ilhas, o esforço que eu fazia me deixava completamente concentrada em meu serviço, foram necessários apenas alguns segundos para identificar o mesmo homem que eu vira messes antes, com um movimento rápido este pulou para cima de mim cravando suas presas em meu pescoço.

Eu não sei oque foi usado pra matar a minha sede, apenas lembro de acordar em um quarto simples e quando abri os olhos eu já havia me transformado no que sou hoje, aquele que trouxe a minha nova vida me ensinou a ler e escrever, antes de me apresentar para os senhores da Capella Tremere, depois de apresentada e de selar meu destino tomando o sangue dos a Anciãos da Capella eu ganhei a permissão de me aprofundar nas artes de minha nova família.

- Imagens –
Augustos Buffon :
 

O que aconteceu:
 
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Miac

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MensagemAssunto: Re: Ficha de Vampiros de Veneza   Seg Dez 08, 2014 11:02 pm

- Nome:  Agnello Participazio Venetto
- Jogador:  Miac
- Crônica:
- Natureza:  Solitario
- Comportamento:  Visionario
- Clã:  Ventrue
- Senhor: Caim 1ª, Enoche 2ª, Veddharta 3ª, Mithras 4ª, Kalael Mithras 5ª, Mirella Senescal Donavella 6ª, Victorius Lemont Devarg 7ª, Agnello Participazio Venetto 8ª e Ingrid Desmasnt Carmel 8ª
- Conceito: Comerciante
- Geração: 8ª
- Rank: Neofito.

- Atributos -

─ Físicos ─

- Força: ◘ ◘
- Destreza: ◘ ◘
- Vigor: ◘ ◘

─ Sociais ─

- Carisma: ◘ ◘◘
- Manipulação: ◘ ◘
- Aparência: ◘ ◘◘

─ Mentais ─

- Percepção: ◘ ◘◘
- Inteligência: ◘ ◘◘◘
- Raciocínio: ◘ ◘◘

- Habilidades -

─ Talentos ─

- Representação:
- Prontidão: ◘
- Esportes:
- Briga:
- Esquiva:
- Empatia: ◘
- Intimidação: ◘
- Manha:
- Liderança: ◘
- Lábia: ◘
- Outro talento a especificar:


─ Pericias ─

- Empatia c/ Animais:
- Arqueirismo:
- Artesanato:
- Etiqueta: ◘◘◘
- Herborismo:
- Armas Brancas:
- Expressão: ◘◘
- Cavalgar:  ◘◘
- Furtividade:  
- Sobrevivência:
- Outra perícia a especificar:

─ Conhecimentos ─

- Instrução: ◘◘◘
- Sabedoria Popular: ◘
- Investigação:
- Direito: ◘◘
- Lingüística: ◘◘
- Medicina:
- Ocultismo:
- Política: ◘◘
- Ciência:
- Senescalia: ◘
- Outro conhecimento a especificar:

- Vantagens -
Rede de Espiões (4 pontos)
Controle Institucional (2 pontos prostibulo )

─ Antecedentes ─

Geração: ◘◘◘◘◘
Recursos: ◘◘◘◘
Contatos: ◘◘ ( Carmem, Dona de um prostibulo e Diegos, Balceiro)


─ Disciplinas ─

Dominação: ◘
Presença:  ◘
Fortitude: ◘

─ Virtudes ─

- Consciência/Convicção: ◘ ◘◘
- Auto-Controle/Instinto: ◘ ◘
- Coragem: ◘ ◘◘◘◘

─ Caminho ─
Trilha/Caminho:
Humanidade: ◘◘◘◘◘

─ Força de Vontade ─
◘◘◘◘◘

─ Qualidades ─
SANTIDADE (2 PTS. QUALIDADE)
INGERIR COMIDA (QUALIDADE: l PONTO)
RUBOR DE SAÚDE (QUALIDADE: 2 PONTOS)
Voz ENCANTADORA (QUALIDADE: 2 PONTOS)

─ Defeitos ─
VITAE INFÉRTIL (5 PTS. DEFEITO)



- Descrição do Personagem -

- Cabelo: Negros bem arrumados.
- Cor dos Olhos: Azuis acinzentados.
- Altura: 1,90
- Peso: 80
- Cor de Pele: Branca
- Idade Real: 30
- Idade Aparente: 25
- Nacionalidade: Romana
- Foto do Personagem:



- Linguás Faladas: Italiano, Latim e castelhano


- Prelúdio do Personagem –

Boa noite senhorita! ( um olhar frio analisava a bela mulher de cabelos loiros e olhos azuis como o mar calmo)
Vejo que veio escrever sobre mim á mando de meu pai!
Ainda não escreva mulher, quando lhe for ordenado tal ato suas belas mãos começaram a trabalhar. ( aquele homem pálido e de boa aparência tinha um olhar frio e longínquo, seus olhos demonstram não ter alma)
Sou de uma antiga família de refugiados da Aquileia antiga cidade de Roma, e por sorte ou azar nosso ajudamos a criar essa bela e linda cidade, ele adorava tecidos, acho que ama-os tanto quando amava minha mãe. O mesmo me teve um tanto velho e por isso minha criação era bem ríspida as das demais crianças, com meus 12 anos já tinha que ficar enfiado naquela maldita loja e fazendo todo o trabalho de meu pai, contas, cobranças, pedir mais peças, contar o estoque, essas coisas que os mais velhos demoram algum tempo para aprender, fora que era uma obrigação tirar boas notas com meus tutores, pois o senhor meu pai informava que se eu não aceitasse o meu destino ele iria me abdicar de tudo.
Pois bem vamos pular essa parte onde os hormônios de um homem se afloram e ele descobre seu grande amor e um dia descobre que não poderia tê-la por ser de uma família menos afortunada que a nossa. ( seus olhos tremiam, e suas mãos seguravam firme na poltrona de couro, realmente ele estava irritado com aquilo e por alguns segundos eu jurei que seus dentes aumentaram )
Havia me esquecido de disser que meu “amado” pai era um maldito pervertido e viciado em jogos, mas logo chegaremos nessa linda e emocionante parte. ( dava para perceber o sarcasmo e ironia em sua voz, era como se ele desprezasse cada palavra dita para mim, ele não parava de olhar meu pescoço, creio que minhas roupas são as mais comportadas de Veneza)
Quando completei as 20 primaveras desejadas por todos, eu já cuidava de todo o negocio de tecidos de nossa família, mas nunca tive acesso ao cofre já que a chave estava sempre com meu “adorado” pai, vivíamos bem, mas meu desejo não era estar ali, eu desejava sair, viajar, viver amores e romances daqueles apenas lidos em livros, que abalam seu corpo e marcam sua alma, foi na 23ª primavera de meu nome que conheci Jacqueline uma doce e amável mulher que sempre comprava tecidos em nossa loja, ela tinha um corpo com curvas delicadas, seus cabelos eram como ouro macio, devidamente lisos e simetricamente perfeitos, seu perfume tinha uma mistura de cheiro de orvalho pela manhã com um doce odor amadeirado, algo único, seu rosto era fino e em seu queixo havia uma cova que combinavam muito bem com seus lábios de tamanho médio e aquela pinta do lado esquerdo de sua boca, e seus olhos eram tão claros e iluminados quanto o próprio sol, sua pele era macia e sem falhas como a mais pura ceda já comercializada em todo o mundo.( os olhos dele agora demonstram paixão, é como uma criança apaixonada, seus gestos e a forma que ele a desenha no ar e quase hipnótico)
Quando completei 25ª primaveras de meu nome, eu obtive permissão dos pais de Jacqueline e nos casamos, eu tinha terminado nossa casa e agora morava com a mulher que tanto desejava.
Mais 2 anos se passaram e comecei a ver que peças da loja estavam sumindo, logo desconfiei  de alguns funcionários e fui mencionar com meu pai, logo aos poucos cada funcionário era mandado embora e mais peças sumiam...( ele agora esta parado com a mão fechada sob o queixo, era como estar olhando para um boneco de marfim, ele permaneceu mudo por quase 5 minutos, e eu me neguei a interromper esse processo).
Uhmmfsss...mais 3 anos e a loja ia perdendo mais e mais clientes, não sabia o porque mais os comerciantes me evitavam e isso dificultou muito a compra de tecidos, mas eu era bom naquilo e conseguia sempre dar o meu jeito, Jacqueline agora estava grávida de mim e eu muito feliz com isso, em uma noite de inverno estávamos todos reunidos na casa de minha mãe, e alguém bateu na porta, pensamos que era meu maldito e desprezível pai, e era, mas com um homem bem vestido e polido ao seu lado, ele falou de forma educada e calma...este homem de família perdeu algumas apostas de cartas comigo, logo o viciado começou a chorar e correr para dentro de casa como um cachorro com medo, ele jogou o quadro de minha mãe no chão e tremendo começou a abrir o cofre, para a surpresa de todos o mesmo estava vazio, o homem na porta apenas olhou e deu um leve sorriso, disse que ganharia seu dinheiro de um jeito ou de outro, que se ouro ou prata não pudessem lhe pagar o peso em sangue seria cobrado.
E então minha bela escriva o que achou da minha historia?
Uhm...realmente é verdade ela não tem fim.( ele já estava em cima de mim me olhando fixamente, era como se eu o permitisse estar ali, e foi ai que senti um prazer que nunca havia sentido)
Seus olhos me lembram...( minha mão já não conseguia mais escrever, minhas forças estavam indo embora, mas era bom...).




- Imagens -

Victorius Lemont Devarg e Ingrid Desmasnt Carmel

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Danto

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Idade : 25
Localização : Vitória-ES

MensagemAssunto: Re: Ficha de Vampiros de Veneza   Ter Dez 16, 2014 1:49 am

- Nome: Franco A. Giovanni
- Jogador: Danto
- Crônica: Veneza
- Natureza: Monstro
- Comportamento: Bon Vivant
- Clã: Giovanni
- Senhor: Claudius Giovanni
- Conceito: Burgues
- Geração: 6ª
- Rank: Ancião
- Linhagem: Augustus Giovanni (4ª); Claudius Giovanni, prole de Augustus (5ª); Franco Giovanni, prole de Claudius (6ª); Marianna, nova prole de Claudius, uma mulher fora da família Giovanni (6ª); Andreas Giovanni, prole de Claudius, um recém-abraçado (6ª); Lucretia Giovanni, prole de Franco (7ª-6ª); Del Giorgio Giovanni, prole de Lucretia (7ª); Annabelle Giovanni, prole de Lucretia (7ª); Vincenzo Giovanni, prole de Lucretia (7ª); Carmina Giovanni, prole de Del Giorgio (8ª); Lizandro Giovanni, prole de Del Giorgio, anarquista (8ª).

- Atributos -

─ Físicos ─

- Força: ◘◘
- Destreza: ◘◘
- Vigor: ◘◘◘◘

─ Sociais ─

- Carisma: ◘◘◘◘
- Manipulação: ◘◘◘◘◘
- Aparência: ◘◘◘◘

─ Mentais ─

- Percepção: ◘◘◘
- Inteligência: ◘◘◘
- Raciocínio: ◘◘◘◘

- Habilidades -

─ Talentos ─

- Representação:
- Prontidão: ◘◘◘
- Esportes:
- Briga:
- Esquiva: ◘
- Empatia: ◘◘
- Intimidação: ◘◘◘
- Manha:
- Liderança: ◘◘
- Manha: ◘◘◘

─ Pericias ─

- Empatia c/ Animais:
- Arqueirismo:
- Segurança:
- Etiqueta: ◘◘
- Herborismo:
- Armas Brancas: ◘
- Expressão: ◘◘◘
- Cavalgar: ◘
- Furtividade: ◘
- Sobrevivência:

─ Conhecimentos ─

- Instrução: ◘◘◘
- Sabedoria Popular:
- Investigação:
- Direito:
- Lingüística: ◘◘◘◘
- Medicina: ◘◘
- Ocultismo: ◘◘◘◘◘
- Política: ◘◘◘◘
- Ciência: ◘
- Senescalia:
- Cultura do Clã: ◘◘◘◘

- Vantagens -

─ Antecedentes ─
Geração: ◘◘◘◘◘.◘
Rituais: ◘◘◘◘◘
Status no clã: ◘◘◘◘
Recursos: ◘◘◘◘ [4]

─ Disciplinas ─
Necromancia
Linha do Sepulcro: ◘◘◘◘◘
Linha dos Ossos: ◘
Linha das Cinzas: ◘◘◘
Nigromancia - The Corpse in the Monster: ◘
Dominação: ◘◘

─ Virtudes ─

- Convicção: ◘◘
- Auto-Controle: ◘◘◘◘◘
- Coragem: ◘◘◘

─ Caminho ─
Trilha dos Ossos: ◘◘◘◘◘.◘◘

─ Força de Vontade ─
◘◘◘◘◘.◘◘◘

─ Qualidades ─
Prole Leal [2 pontos]
Resistência Consanguínea [1 ponto]
Imunidade ao Laço de Sangue [3 pontos]
Senhor de Prestígio [1 ponto]
Velho Companheiro [2 pontos]

─ Defeitos ─
Imagem Sem Reflexo [1 ponto]
Maldição [3 pontos]
Recém Desperto [3 pontos]

- Descrição do Personagem -

- Cabelo: Castanhos
- Cor dos Olhos: Castanhos
- Altura: 1,75m
- Peso: 70kg
- Cor de Pele: Branca
- Idade Real: 298
- Data de Abraço: 27 de Agosto de 1183
- Idade Aparente: 28
- Nacionalidade: Italiana
- Linguás Faladas: Italiano (nativo), Latim (instrução), Germânico, Grego, Hebraico, Egípcio, Persa, Espanhol, Inglês, Francês.

- Prelúdio do Personagem -
=================================================================
Para minha querida Lucretia...

Lucretia, minha querida prole e herdeira de meu legado sanguíneo, sinto-me na obrigação de deixar a ti minhas mais sinceras desculpas. Rogo pelo teu perdão, pois pequei e tais pecados me levarão ao sono eterno e nunca mais poderei olhar em teus olhos. Não me arrependo dos pecados que cometi, mas sinto uma dor voraz crescer em meu peito quando penso que a deixarei sem nenhuma despedida. Vivemos apenas por dez anos juntos, você viveu ao meu lado nos momentos mais turbulentos de minha existência, foi você o único ser que reconheceu minha natureza e a aceitou com fervor. Lucretia, minha querida, nunca tive a necessidade de lhe explicar a razão de ser o monstro que pairou sobre sua vida nesses últimos anos, mas diante minha eterna ausência que se mostra a cada noite mais latente, deixarei a ti esta carta com minha verdadeira história...
Nasci entre os mais ricos burgueses da família Giovanni, em uma época em que poucos de nossa família eram escolhidos para serem abençoados com a maldição de Caim, ainda respondíamos pelo nome: Cappadocian. Eu era herdeiro direto de um dos mais ricos e gananciosos mercadores de nossa família, meu pai nunca foi como os outros, preocupava-se exclusivamente com o dinheiro e com suas posses e olhava com certo desdes para a fixação de alguns pelo, como o próprio dizia, “heresia utópica”. Os mesmos olhos de desdem que meu pai lançava aos seus familiares mais “exóticos”, ele lançava sobre mim, afinal, não me dedicava da forma que ele esperava e as mesas de tavernas e saias de cortesãs sempre me foram muito mais interessantes e constantes do que cotação monetária ou reunião de negócios. As viagens por outro lado, sempre me reservavam um prazer único, era nelas que eu tinha a possibilidade de aproveitar intensamente o que os outros tinham a me oferecer. Dialetos, culturas, mulheres, bebidas, comidas, cortesãs, camponesas. Os pequenos feudos eram ainda mais prazerosos, pois era apenas uma questão de apontar e possuir... E aos poucos, diante tantas posses, tornei-me menos “humano”, por assim dizer. Ainda tinha apenas 17 anos e já me via em meio a orgias que resultavam na morte de algumas que negavam minhas ordens e ainda sim, com o corpo jogado no chão da mesma sala, obrigava as outras a continuarem. Apenas pelo prazer de ver o pavor em suas faces. Essa sensação de prazer cresceu em proporções mais preocupantes, para meu pai é claro, em várias ocasiões ordenei a tortura daqueles que deviam a meu pai, quando não forjava indícios de atos de bruxaria de suas esposas e forçava os devedores a assistirem na primeira fila suas mulheres ou filhas queimarem. Sempre acreditei que o pavor era a melhor forma de se opor diante os mais fracos, um verdadeiro Rei não poderia ser amado, pois o amor fornece a todas as partes a necessidade de ceder e isto era, aos meus olhos de 28 anos, a maior fraqueza existente. Nessa idade, minha fama já alcançava os ouvidos daqueles membros da família que outrora eram desprezados por mim e meu pai, meus atos de “monstruosidade” tornaram-se muito famosos entre os camponeses e nobres e foi por causa da morte de uma nobre que recebi a maldição que você recebeu de mim, Lucretia. Permita-me ilustrar a situação:
Ao completar 25 anos, meu pai consagrou o laço de casamento com uma nobre de Veneza. O casamento renderia uma fortuna imparável para meu pai, mas sinceramente, eu desejei aquela fortuna em minhas mãos e já não aguentava mais a fragilidade ineficiente de meu pai. Assim, aceitei prontamente tal obrigação matrimonial e mudei-me para Veneza, sem antes é claro, ordenar aos meus servos mais violentos, a morte brutal de meu pai. Esquartejado e queimado. Ato taxado como “vingança pelos atos malévolos de seu filho”. Sarcástico não? Assim, vivi por três anos com minha esposa em Veneza. Pobre coitada. Era uma dama passiva, criada para ser uma boa esposa e a acatar de maneira submissa as ordens e desejos de seu marido. Ela recebeu o nome Giovanni por se casar comigo e por herdar tal fardo, não demoraria para que a mesma demonstrasse uma simpatia pelo oculto. Vi ela se aproximar a cada noite dos “outros” de minha família e para sua surpresa, minha cara Lucretia, ela foi escolhida por Claudius para ser sua primeira prole. Quando recebi a notícia que um dos mais familiares possuiria a minha esposa, uma raiva cresceu dentro do meu ser que despertou o monstro mais horrível que ainda adormecia, eu não poderia conceber tal ato, quem Claudius Giovanni pensava ser para apenas apontar e possuir o que bem entende? Esse era o meu dom! Na noite em que Claudius visitou nossa propriedade em Veneza e dormiu em nossos aposentos, nessa mesma noite, ele abraçou minha esposa. Na época é claro, eu não sabia o que diabos isso poderia significar, ele era superior a mim e meu pai na hierarquia de nossa família e eu não poderia jamais fazer algo diretamente contra ele, seria tolo de mais. Então tramei algo que colocaria Claudius em um estado de surpresa eterno, enquanto ele possuía minha esposa, eu preparava fogo grego em meus aposentos. Assim que o primeiro raio de sol surgiu no céu eu avancei para o quarto onde os dois haviam adormecido, lá encontrei apenas uma espécie de caixão e nada além. Abri calmamente para verificar quem era, vi minha esposa, deitada e pálida. Aparentemente morta e gélida como a neve, não possuía nenhum conhecimento do oculto e sinceramente, não faria a menor diferença naquela hora. Eu a odiei intensamente por ceder a outro homem o corpo que era de minha posse, a odiei intensamente por ter sido escolhida como uma Giovanni melhor do que eu e foi com esse ódio que o monstro sussurrou em meus ouvidos: “Queime-a com o fogo grego”. E assim eu fiz. Ateei fogo em minha esposa e adorei ver seu corpo queimar até virar cinzas.
Aquele dia terminou e a noite encobriu o sol e nesse exato momento, em que a noite venceu o dia, Claudius surgiu em minha frente. Seus olhos estavam vermelhos e seu rosto tingido de vermelho, parecia até mesmo que o tal homem havia chorado sangue... Então, o homem olhou em minha direção e eu senti medo pela primeira vez em minha vida. Ele era poderoso, extremamente poderoso, eu reconheci minha inferioridade e entrei em pânico. Era tarde de mais para qualquer reação, ele avançou e me levantou do chão, ignorando completamente meu peso, sua força era assombrosa. Então, Claudius olhou em meus olhos e perguntou:
-”Por quê?”
Eu respondi com falta de ar.
-”Porque eu posso!”
Claudius arregalou os olhos e indagou:
-”Como pode atear fogo em sua própria mulher sem derramar uma única lágrima?”
Eu então notei um único segundo de fraqueza daquele imponente homem, ele amava minha esposa.
-”Não há motivos para choro quando algo insignificante é sacrificado para a vitória contra seus oponentes”.
Ao ouvir minhas palavras, Claudius irritou-se e me arremessou contra a parede de pedras, era a primeira vez que alguém me causava ferimentos e me tratava como algo inferior, eu senti meus ossos quebrarem e gemi com muita dor.
-”Você deseja tanto ser um monstro, Franco, pois então assim será para toda a eternidade!”
Disse Claudius. E essa é a minha última lembrança como “um ser vivo”.

Enfim, após o abraço viajei ao lado de Claudius por aproximadamente 20 anos. E esse foi o período em que aprendi a ser tudo que você conheceu, minha querida Lucretia. Vi os poderosos filhos de Caim que regiam as maiores cidades, fui apresentado ao progenitor de nossa linhagem e recebi deste a permissão para os estudos mais antigos da arte necromântica de nossa família, rapidamente ascendi como um dos mais habilidosos necromantes entres os poucos cainitas de nossa família. Fui informado dos planos futuros de Augustus para nossa família e fiz o máximo para que isso fosse possível. Me transformei naquilo meu pai mais odiava, tornei-me um verdadeiro Giovanni. Assim, Claudius me libertou e me disse para seguir meu próprio caminho e assim eu retornei à Veneza, ainda neófito, para recuperar minhas terras e minhas posses. Estabeleci-me na cidade e dormi todas as manhãs no quarto em que queimei a minha antiga esposa. E lentamente o monstro voltou a aparecer... Com o avanço dos meus estudos necromânticos, vi a possibilidade de causar terror e espanto contra os inimigos de nossa família. Com o poder monetário que possuía e com minhas habilidades sanguíneas, comecei a expurgar nossos rivais e a punir os membros de nossa família que falhavam miseravelmente. E por mais 20 anos eu vivi como um poderoso cainita da 6ª geração, e adorava ter o poder que tinha, adorava tanto que já não era mais capaz de fazer o monstro dormir eu havia me transformado no próprio monstro e minha essência adormeceu. Em agosto de 1223 eu a conheci, Lucretia, a jovem mais promissora da família Giovanni de Veneza... O monstro cedeu e eu pude voltar por um breve momento, no exato segundo em que nossos olhos se cruzaram pela primeira vez. E foi naquele momento que eu sussurrei ao monstro: “Faça dela sua prole”. O restante da história você sabe perfeitamente como se seguiu, só não sabe o que realmente aconteceu nos momentos em que estive ausente. E sei que foram muitos... Desculpe-me ...
Quando você alcançou seu quinto ano como cainita, meu Senhor convocou-me e eu compareci diante o mesmo. Ele me disse que meu corpo não aguentaria tamanho poder, pois não fui escolhido para ser o que era, havia sido punido com tal condição e que mesmo tendo me tornado um dos mais promissores de nossa família, infelizmente, o erro já havia sido cometido e que a eternidade nunca seria minha, pelo contrário, segundo Claudius o sono eterno me consumiria para sempre. Eu entrei novamente em pânico e nesse momento o monstro adormeceu. Eu estava de volta, consciente de todos os atos que havia cometido e com um enorme pesar de não ter tido a oportunidade de viver decentemente ao lado da única mulher que significou algo para mim, você, Lucretia. Naquele instante, diante Claudius eu pude olhar novamente para ele, mas pela primeira vez como Franco e pedi por algo:
-”Meu Senhor, por favor, peço para que me dê mais alguns anos... Preciso retornar à minha prole e deixá-la preparada. Sei que falhei como seu filho e o remorso por tal fato me consome. Mas não me deixe falhar mais uma vez, darei a você uma herdeira digna de teu vitae. Darei a Augustus uma verdadeira Giovanni para proporcionar a nossa família a prosperidade que nosso criador deseja. Imploro a ti, Claudius, meu Senhor, que me perdoe que atenda a Franco Giovanni e não ao monstro que vive dentro dele.”
Claudius sorriu para mim naquele instante, e eu sei, ele sentiu orgulho de sua única prole. Então, Claudius colocou a mão sobre minha cabeça e rogou a maldição que me tornou fraco... Fraco o suficiente para ser capaz de viver ao teu lado por mais 5 anos... Fraco o suficiente para ceder e torná-la forte.
Assim pude retornar para Veneza e ensiná-la da forma que foi feito, com severidade e intensidade. Sei que pude parecer como um Senhor maligno e cruel, insensível e pouco preocupado com os seus anseios e esperanças. Também sei que falhei por não dedicar uma noite sequer para responder aos seus questionamentos sobre a razão pela qual eu a escolhi ou qualquer coisa similar... Eu precisava que você fosse tudo o que eu não pude ser... Eu precisava...
Hoje completa o ciclo previsto por Claudius e devo dormir para nunca mais acordar. Essa carta ficará sobre meu caixão e espero que um dia você a encontre. Pois tenho total consciência que você não entrará em meus domínios por alguns meses, talvez por medo, talvez por desprezo... Só espero que quando a encontre, minha querida Lucretia, que me perdoe. E seja a Giovanni que eu nunca fui capaz de ser...

Ass: Franco Giovanni.

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- Imagens -
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Marianna, segunda prole de Claudius, uma mulher fora da família Giovanni (6ª);
Marianna é uma prole nova de Claudiu, tendo aproximadamente 140 anos de abraço. Nunca conheceu seu “irmão mais velho”, mas rapidamente avançou em seus estudos e habilidades. É uma ligação direta entre os Giovanni de Veneza e o Império de Constantinopla.

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Andreas Giovanni, prole de Claudius, recém-abraçado (6ª);
Esse jovem cainita não possui mais do que 20 anos como cainita e está sob os cuidados de Claudius.  Ambicioso e mais dedicado aos jogos políticos da família.

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Lucretia Giovanni, prole de Franco (7ª-6ª);
Única prole de Franco, é a partir dela que nasceu a herança de Franco Giovanni. A linhagem sanguínea mais próspera da cidade de Veneza. Lucretia é a líder local e chegou a 6ª geração após cometer amaranto em um dos mais antigos membros nativos de Veneza.

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Del Giorgio Giovanni, prole de Lucretia (7ª);
Um comerciante nato, fluente em jogos políticos e um agente importante para as ações de Lucretia na cidade. Ele é a primeira prole de Lucretia.

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Annabelle Giovanni, prole de Lucretia (7ª);
A segunda prole de Lucria é especializada em assunto da corte. Uma nobre Giovanni acostumada em possuir os homens aos quais ela deseja obter algo, seduzindo e os transformando em fantoches, tem na dominação a sua principal especialização.

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Vincenzo Giovanni, prole de Lucretia (7ª);
Vincenzo é a terceira prole de Lucrita, a mais jovem e mais promissa em relação aos estudos da Necromancia. Foi escolhido por Lucretia por ser herdeiro direto da linhagem mortal de seu antigo Senhor, Franco.

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Carmina Giovanni, prole de Del Giorgio (8ª);
Carmina é a primeira prole de Del Giorgio. Uma víbora em potencial que se esgueira entre os membros da sociedade local e se deleita com as politicagens e suas variantes mais perigosas. Conhecida por aplicar a “Vingança de Franco” sobre seus adversários políticos.

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Lizandro Giovanni, prole de Del Giorgio, anarquista (8ª);
A última prole de Del Giorgio e até então, o último na linhagem de Franco. Lizandro é um rebelde contra da própria maneira de compreensão da família Giovanni e acredita em outras maneiras de lutar para conquistar um patamar maior entre os filhos de Caim.

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As Noites Atuais

Finalmente eu despertei novamente, o mistério sobre a pessoa que me despertou ainda segue em minha mente. Mas nada a devora mais do que o ato de encontrar a carta para minha querida Lucretia sobre meu corpo, ela nunca veio a minha procura, ela nunca leu o que eu realmente queria ter contato e ensinado... Ela me abandonou... Essa dor ecoa dentro de meu peito e arde em brasas do mais puro ódio. Um ódio que me conduziu a alguns encontros problemáticos e a algumas ações improvisadas. Conheci o protetor dos segredos da família, um promissor jovem Giovanni chamado Casso. Ele me lembrou muito meu próprio passado dentro da família Giovanni... Preciso me lembrar de encontrar novamente esse sujeito, afinal, se ele me faz lembrar do meu passado... Ele é um perigo incontestável.
Em seguida, uma viagem estranha para uma ilha desconhecida em busca de algo que eu sinceramente não sei explicar,permiti que uma jovem maga me guiasse em uma viagem em busca do poder dela, infelizmente a jovem já estava morta e só foi reanimada graças a minha necromancia. Não havia outro meio de conceder a ela uma nova chance a não ser pelo abraço... Eu não pretendia dar nenhuma chance para ela, ela seria minha maga morta-viva carniçal e isso me soava delicioso. Mas ela me trouxe algo diferente durante essa jornada, ela olhou para meu interior e viu o monstro que carrego, diante a besta ela sorriu e disse:
Termine agora o que começou e a eternidade será nossa.

Izabel é seu nome, sua força interior é única e existe uma luz que eu ainda não compreendo no interior dessa jovem. Ela passou então a ser minha prole, uma cria que eu ensinarei tudo que puder, protegerei com o máximo de minhas forças, uma prole que será grata a mim e me ajudará a caminhar novamente por essas terras. Foi ao lado de Izabel que eu me apresentei novamente diante a toda família Giovanni de Veneza. Izabel modificou profundamente a minha essência, permaneço sendo Franco Giovanni, mas não sou o mesmo que foi forçado ao topor em pavor de nunca mais acordar, nenhum o impedoso e implacável monstro que ascendeu dentro da família Giovanni e abraçou Lucretica, nas atuais noites, sou uma versão melhor e superior... Por fim, a caminho do patriarca da cidade, reencontrei-me com Terezzia Giovanni, uma brilhante e pervertida cainita, prole do patriarca da cidade. Uma figura de enorme poder na região, nosso encontro foi bem... Explosivo... Mas com um resultado que eu julgo positivo, exceto pelos olhos que observaram nosso encontro. Manterei meu sorriso no rosto e as mãos dentro de meus bolsos nessa ilha onde o patriarca reside, afinal, estou no ninho das mais famintas e cruéis crias de Caim, estou pronto para qualquer coisa e para o pior. Só espero que eles também estejam, pois meu despertar inesperado não foi sem razão e só existe um cainita extremamente poderoso poderia me retirar do torpor eterno...

O monstro da família Giovanni retornou a Veneza e não haverá esperança para nenhum inimigo da família.
==============================
Izabel, Giovanni 7ª Geração

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_________________

I cried tear of love as I,
with sharp things,
sacrificed that which was the frist part of my joy,
my brother.

And the Blood of Abel covered the altar
and smelled sweet as it burned.

But my Father said,
"Cursed are you, Caine,
who killed your brother.
As I was cast out so shall you be."
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Vampiros de Veneza   Qua Abr 29, 2015 11:31 pm

- Nome: Annita de Laurentis
- Jogador: Stian
- Crônica: Veneza by Nights
- Natureza: Monstro
- Comportamento: Tradicionalista
- Clã: Lasombra
- Senhor: Lasombra (3ª), Boukephos (4ª), Goeffrey (5ª)
- Conceito: Em torpor
- Geração: 6ª
- Rank: Anciã

- Atributos -

─ Físicos ─

- Força: ◘◘
- Destreza: ◘◘◘
- Vigor: ◘◘◘

─ Sociais ─

- Carisma: ◘◘◘◘
- Manipulação: ◘◘◘◘◘
- Aparência: ◘◘◘◘

─ Mentais ─

- Percepção: ◘◘◘
- Inteligência: ◘◘◘
- Raciocínio: ◘◘◘◘

- Habilidades -

─ Talentos ─

- Representação:
- Prontidão: ◘◘◘
- Esportes:
- Briga:
- Esquiva: ◘◘◘
- Empatia: ◘◘
- Intimidação:
- Manha:
- Liderança: ◘◘
- Lábia: ◘◘◘◘



─ Pericias ─

- Empatia c/ Animais:
- Arqueirismo:
- Segurança:
- Etiqueta: ◘◘
- Herborismo:
- Armas Brancas: ◘◘
- Expressão:
- Cavalgar:
- Furtividade: ◘◘
- Sobrevivência: ◘◘



─ Conhecimentos ─

- Instrução: ◘◘◘◘
- Sabedoria Popular:
- Investigação: ◘◘
- Direito:
- Linguística: ◘◘◘◘◘ (Nativo: Fenício; Adicionais: Outras 16 línguas)
- Medicina:
- Ocultismo: ◘◘◘◘◘◘ (Abismo)
- Política:
- Ciência:
- Senescalia: ◘◘
- Conhecimento de Clã: ◘◘◘◘(Linhagens)

- Vantagens -

─ Antecedentes ─
Geração ◘◘◘◘◘◘
Status (no clã) ◘◘◘◘ (Ancião)
Lacaios ◘◘◘ (Ifilíases, Anotel e Scylla)

─ Disciplinas ─
Tenebrosidade ◘◘◘◘◘◘
Potência ◘◘
Dominação ◘◘

─ Virtudes ─

- Consciência/Convicção: ◘◘
- Autocontrole/Instinto: ◘◘◘
- Coragem: ◘◘◘◘◘

─ Caminho ─
Via Noctis: ◘◘◘◘◘

─ Força de Vontade ─
◘◘◘◘◘◘◘◘◘◘

─ Qualidades ─
Harmonia Pelágica (3pts) – Livro do Clã Lasombra
Velho Companheiro: Franco A. Giovanni (2 pts)

─ Defeitos ─
Exclusão de Presa: Membros do Clero (-1pt)
Inimizade de Clã: Ventrue (-2pts)
Cidadão de Segunda Categoria: Mulher (-2pts)

Imagem do personagem:


História

Difícil dizer com exatidão o ano em que nasci. Logo na juventude, cai no âmago da pobreza, trabalhando como meretriz por algumas poucas moedas, por sorte, meu corpo jovem e por vezes belo me dava alguma vantagem na forte disputa que acontecia nas terras do antigo Império Romano. Sempre procurei o suficiente para sustentar meu irmão mais novo, Tiberus, que por vezes tinha comida a sua frente enquanto eu me alimentava de simples sonhos juvenis. Com a morte prematura de meu irmão na lança de um soldado romano que teve a bolsa furtada, me desiludi com a vida e resolvi procurar outros ares para que a lembrança da morte de meu irmão sobressaísse de meus pensamentos. Encontrei um ancoradouro e acabei sendo raptada por alguns piratas. Eles queriam me usar como cozinheira e lazer para seus paus sujos, mas eu havia aprendido a sobreviver nas ruas romanas e lá, onde os senadores de maior pompa procuravam suas meretrizes para criarem bastardos, eu tive o verdadeiro treinamento de sobrevivência necessário. Enfiei uma faca no olho do primeiro oficial que me tocou e ameacei os demais a atingir locais mais “abaixo” caso se aproximassem. Passei alguns dias com fome depois desta ocasião, a surra que o capitão ordenou que me aplicassem dói meus pensamentos até os dias de hoje. Fiquei nua em uma cela no fundo do navio, enquanto o sol e a água salgada castigavam minha pele por semanas a fio. Quando pensei que meu fim estava próximo, um homem chamado Pompeu, reuniu as riquezas de Roma e decidiu acabar com todas as frotas piratas que cercavam o império, o navio em que eu estava, foi um dos primeiros a serem abordados pelo Império, e eu fui salva como uma donzela em perigo, sem que os soldados soubessem minha vida de meretriz.

Fui salva por um governante de terras distantes, as quais fui levada como “convidada”, mesmo sem meu consentimento em viajar, o lugar era frio, mas desta vez fui tratada como uma pessoa comum, até mesmo roupas me deram!

Chegando ao tal local, fui apresentada ao soberano da região, um homem de nome difícil de pronunciar, Boukephos. Ele parecia evitar falar em minha presença ou de quaisquer criados que se fizessem presentes, apenas tratava com um homem que se sempre lhe acompanhava, chamado de Goeffrey, este último, parecia estar em todos os locais da enorme propriedade, mas por mais estranho que fosse, ambos só eram vistos a noite. O que gerava uma enorme gama de histórias maravilhosas sobre monstros da noite entre os aldeões que circundavam as propriedades.

Morei cerca de quatro invernos naquela aldeia em torno do enorme palácio de pedras escuras que havia sido construído no centro. Até então nunca havia entendido o motivo de ter sido levada até lá, apenas me sentia sempre observada, em todos os lugares em que eu ia. Até que uma noite, fui levada por um dos guardas do palácio até a presença do tal Boukephos. “Serás uma convidada de meu castelo”, disse o imponente homem de pele negra, sua voz ecoou por entre o grande hall do castelo e quase pude acreditar que vi as sombras do local se moverem à sua passagem. Daquele dia em diante passei meus dias em um quarto minúsculo com apenas uma desconfortável cama para satisfazer meu sono, para quem estava acostumada com a sarjeta de Roma, aquilo era muito luxuoso. Eu começava a me sentir feliz com minha própria solidão, até que meu anfitrião resolveu me encontrar todas as noites em sua biblioteca. Ele ficava sempre sentado em uma enorme poltrona de mármore branco, que contrastava drasticamente com sua pele de ébano, ele sempre escolhia um dos inúmeros livros de sua biblioteca e me da para ler e quando eu terminasse, finalmente discutíamos o entendimento do mesmo, caso eu estivesse errada sobre o tomo lido, era surrada quase até a morte e acordava na manhã seguinte meia tonta, mas sem qualquer ferimento ou dor visível. Os dois primeiros livros foram um tanto “dolorosos”, pois as surras sempre ficavam na minha mente, começava a pensar em bruxaria, quando em um dos tomos antigos, em uma língua que ele próprio me ensinou, encontrei a história de homens mortos que voltavam para beber a essência dos vivos. Aquilo adentrou minha mente e me fez refletir diversas vezes, até que em um dia eu respondi meu entendimento sobre o livro o mais completo que minha mente poderia explicar, Boukephos ficou me fitando por diversos momentos enquanto eu explicava, até que ao fim de minha apresentação ele saudou batendo palmas dizendo “finalmente, está pronta!”, obviamente eu não entendi nada, até que a escuridão começou a se mover em minha direção e agarraram meus membros, alguma espécie de mão sombria rasgou minhas vestes com um simples e metódico puxão, e me arremessou em uma das paredes, eu senti diversos ossos do meu corpo se partirem, mas quando olhei novamente, era meu anfitrião sobre mim com as presas grudadas em minha garganta, meu sangue escorrendo para dentro de sua bocarra negra e eu ainda sentia prazer naquilo tudo, meretriz estúpida e doentia!

Ele soltou meu corpo moribundo ao chão e então Goeffrey apareceu das sombras, ele parecia assistir tudo de onde estava e nem tentara parar seu mestre ou então me ajudar, pois eu estava morrendo, tudo que ele fez foi gotejar 5 gotas de seu próprio sangue em minha boca e virar as costas enquanto buscava duas criadas e as deixava próximas ao meu corpo. A dor passou por todo o meu corpo, e a inconsciência momentânea me ardia os olhos, acordei com uma sede estupenda e solicitei a uma das criadas que me trouxesse água, ela balançou a cabeça negativamente e apenas esticou um dos braços, eu pude ver as poderosas artérias dela pulsando no mesmo ritmo que meus olhos acompanhavam seu braço muito claro, meus dentes se cravaram no pulso da jovem que emitiu um ganido baixo enquanto eu lhe sugava a “essência de sua vida”, agora tudo estava mais claro em minha mente, a fome abominável que sentia cessou. E então me ergui, com o torso nu coberto do sangue que não era meu, meus ossos não mais doíam e minha pele era extremamente fria. Caminhei alguns passos em direção a Goeffrey, e este me entregou um espelho oval dizendo – “Veja como está mais bela”, olhei diretamente na superfície reflexiva e nada vi, meu horror foi tamanho que joguei o objeto ao chão fazendo com que milhares de pedaços de vidro se espalhassem pelo aposento, duvidei que tivesse feito aquilo, pois a força foi estupenda. Naquela noite, meu Senhor Goeffrey e Boukephos Senhor de meu Senhor, me explicaram a não vida cainita e como ela funcionava. Perguntava-me como que uma meretriz havia chegado à imortalidade, me sentia feliz agora, pois não era mais tanta solidão, Goeffrey mostrou-se um grande conversador após meu Abraço, me instruiu sobre praticamente tudo que sei até hoje, inclusive sobre manipulações das sombras e também sobre o meu grande enigma pós-morte, o Abismo. Fiquei cerca de três séculos no castelo, aprendendo desde luta com espadas até abrir portais para entidades sombrias. Até que um dia, uma sombra mensageira chegou ao castelo, convocava Boukephos até a Sicilia, onde o Lorde da Escuridão solicitava sua presença e de seus outros filhos. Indaguei meu Senhor sobre a identidade do mesmo e ele me respondeu apenas “é o primeiro de nossa linhagem, quando ele nos chamar, vá, quando ele nos mandar embora, vá.” Após algum tempo, Boukephos retornou irritado, tanto que matou cerca de quarenta aldeões nos portões do castelo logo em sua chegada. O primeiro, Lasombra, havia escolhido uma nova cria, um mortal conhecido como Gratiano de Veronese e também ordenado que Boukephos gerasse mais progênie, o que resultava em uma saída forçada de sua cria, Goeffrey, e consequentemente a minha de seus domínios.

Meu Senhor e eu seguimos caminhos distintos, ele viajou as terras congeladas enquanto fui em direção a península Ibérica, onde casei com um Príncipe local, sendo coroada rainha e o envenenando na noite de núpcias, me tornando soberana absoluta daquelas terras. Meu reinado de meio milênio durou até a chegada daqueles de Sangue Azul, trouxeram a minha corte diversas propostas de aliança, mas minha soberania não seria de fato consolidada perante Hardestadt, ancião deste infame clã. Expulsei os invasores, e os mensageiros que enviaram depois, enviei seus crânios cheios de vermes aos remetentes. Tudo que recebi nos anos que se seguiram, foi uma carta negra, com o desenho de uma espada sendo quebrada, havia sido feito com sangue da minha linhagem Lasombra, embora eu não conhecesse a família do mesmo. Decidi então, que deveria ter minha primeira cria, e ao contrário de mim, seria um guerreiro, escolhi entre meus soldados o melhor, Ifilíases, o campeão de meu Reino. Abracei-o embaixo de um grande pinheiro na fronteira de meus domínios, onde o fiz jurar lealdade ao clã e honrar acima de tudo nossa linhagem. Logo após, criei outras três crianças da noite, sendo estas como reflexos minhas, apesar disto soar um tanto irônico dentro de nossa linhagem sanguínea. Anotel, Maran, Circe e Scylla foram minhas crianças da noite mais promissoras no caminho dos ensinamentos do abismo, enquanto meu filho mais velho cuidava da guerra contra os Ventrue que batiam fortemente às minhas portas com diversos aliados de outros clãs e eu me encontrava sozinha. Então, resolvi tomar a decisão mais importante que já havia tomado em minha vida cainita, enviei meus filhos para diversos locais do Sacro Império Romano, para que tivessem seus próprios domínios e para que nossa linhagem não fosse esquecida, assim como havia ordenado o Primeiro.

Naquele tempo tempestuoso, percebi que adormecer minha Besta pelos séculos seria o melhor a fazer, então viajei a Praga e adormeci nas catacumbas protegidas abaixo da cidade por cerca de dois séculos, sendo despertada por Ifilíases que trazia noticias da destruição de Maran em uma cidade chamada Veneza, que era atravessada por um grande canal. Parti em viagem até a tal cidade, e a presença de água me fazia sentir bem, sempre havia tido uma afinidade grande com o mar e havia lido que isso era comum entre aqueles de minha linhagem cainita. Descobri que ela havia sido destruída por uma nova linhagem de feiticeiros que haviam usurpado o poder dos antigos Salubri, e que antes eram uma cabala de magos poderosos. Descarreguei minha raiva sobre eles e descobri que sua magia era ainda mais poderosa que as trevas que eu dominava, apesar de ter extinguido metade da tal Capela em conjunto com Ifilíases, me retirei para um dos distritos que estava sob posse de meu clã, lá me aprofundei nos conhecimentos que estes possuíam, mas para minha tristeza, de nada eles me serviram, pois nenhum deles possuía a biblioteca de Boukephos e todos se atinham a jogos políticos ridículos, enquanto a redenção aos inimigos deveria ser levada adiante. Na minha busca por poder para derrotar os Sangue Azul e Usurpadores, me deparei com um poderoso necromante, de uma linhagem separada dos Capadócios, inteiramente constituída de uma única e influente família Italiana, Giovanni. Claudius era seu nome, e uma cria muito jovem ele possuía, fizemos uma aliança duradoura de troca de conhecimentos que ajudou a aprofundar meus conhecimentos sobre o abismo e as criaturas que lá habitam. A cria de Claudius, de nome Franco, apesar de possuir um monstro devorador dentro de si, falava e agia como Boukephos, nunca havia tido contato com alguém tão parecido com o Senhor de meu Senhor. Nossa aliança era poderosa, e tornou-se mais ainda quando salvei Franco de um experimento que não havia dado certo, acabaram invocando uma criatura demoníaca e com a ajuda do necromante, conseguimos enviá-la de volta. Com a confiança confirmada entre os dois, ancião e neófito promissor, Franco lhe contou da maldição do sono que iria lhe afligir e pediu para que eu cuidasse de sua mansão após seu adormecer. Mas o sono das eras se abateria sobre mim também mais tarde, logo após o adormecer de meu aliado, e escolhi sua residência como domínio enquanto em torpor por tempo indeterminado. Como medida de segurança, invoquei uma criatura diretamente do abismo, tal ritual levou cerca de três noites inteiras e muito sangue, mas por fim consegui invocá-la para proteger meu sono até o dia em que fosse desperta novamente. Hoje, a mansão de Franco, é tida como local conspurcado, pois a presença da entidade invocada ainda paira sobre o local, assim como meu corpo segue sobre as catacumbas antes utilizadas como laboratórios pelo meu fiel aliado de sabedoria.
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