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 ☥ Castro: Arco I, Ato I: Milícia, o Terror do Tráfico. ~

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Fractius

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MensagemAssunto: ☥ Castro: Arco I, Ato I: Milícia, o Terror do Tráfico. ~   Qua Ago 05, 2015 7:56 pm


☥ Rio de Janeiro - Bairro da Mangueira - Morro da Mangueira | Porão da Escola de Samba ☥
• 05 de Fevereiro de 1999, Sexta-Feira: 20h17min P.M.
• Castro dos Santos Casaverde: Arco I, Ato I: Milícia, o Terror do Tráfico.



Literalmente saiu do inferno da sua vida passada. Tanto na mortalidade e na imortalidade. Da "escravidão" agora literalmente um "Rei" na favela. Obscuro, trilhando pelas sombras e ninguém sabe quem realmente é o mestre na favela da Mangueira. Causou o terror em vários estados, saiu de uma caçada de sangue grotesca de Manaus e hoje em dia vive sua não-vida "escondido" no bairro da mangueira. A favela inteira é seu domínio, concedido pelo Bispo Thiago Mourão, outro guardião como ele e o verdadeiro mestre da política da cidade do Rio de Janeiro. E o líder supremo dos Espadas de Caim na cidade, dizem que sua influência até sobre-sai da cidade, indo a estados como São Paulo e Espírito Santos. Já isso, é apenas boato.

O Morro da mangueira quando o novo Ductus enfrentou os Pesteiros, que era o bando regional na paróquia da favela na época. Manteve os padrões do tráfico, até hoje a famosa facção criminosa chamada Terceiro Comando que controla este território. Apenas no ano passado, o dono do morro chamado José Alves, conhecido como Paizão, foi morto em um a troca de tiro e tentativa da invasão da facção rival, a famosa Falange Vermelha (C.V). Logo o gerente assumiu a favela, Thiago Pereira, conhecido como Thiaguinho é o dono da favela até agora e tornou-se carniçal do novo Sacerdote do bando. E o controle aos pouco ficou absoluto para a dupla. Castro protege em termo a favela e quem administra é Lúcio, vive no topo do morro como um verdadeiro patrão e as orgias de sangue particular do bando é quase sempre lá.

Daqui a uma semana começa o carnaval carioca. Então a escola de samba esta totalmente o dia inteiro com treinamento do som, preparação das fantasias, ensaios e todo o caos possível da festa carioca. Ano passado a Mangueira foi a escola de samba campeã junto com a Beija-Flor. Claro que houve uns subornos por de baixo do pano, se não fosse a Beija-Flor de Nilópolis iria levar mais uma vitória sozinha. Então do porão, ele sabe que essas últimas três noites esta sendo um inferno pela barulheira, fogos de artifícios em conjunto.

O Verdadeiro Comando, nome que levou a fama do bando as alturas no Rio de Janeiro. Mas este nome é temido apenas pelos vampiros e quase nenhum dos humanos tem noção de quem sejam. Mal sabem que podem ser o pior pesadelo deles. O grupo ainda é pequeno, apenas quatro vampiros fazem parte deste bando e até então foi o suficiente. Mas com o aumento de casas, mais humanos (Rebanho) na favela, e os quatro não estão sendo o suficiente para protegerem o domínio de noite. Castro sabe que precisa recrutar membros, pois teve ordens direta das excelências locais que ainda não era o momento de abraçar mortais. E que logo a hora vai chegar. Só quando for para invadir comunidades controlada pela Milícia, que são ex-policiais ou até policias envolvidos dando proteção, como ocorre nas facções normais do crime. De todas as formas, é outra organização criminosa e esta, dizem os boatos de que o Lasombra ouviu, é uma tática da Camarilla. E por ser veterano no assunto, ele crer que não deve ser boato e ficarão atentos.

Suas pálpebras se abrem e sua audição já capta o samba feroz que vem do salão principal da Escola de Samba. Vestindo suas vestes da noite passada, totalmente satisfeito em relação a sangue. Mesmo sendo um porão, ali em baixo é quase um pequeno quartel militar. Mapas da cidade na parede, com marcações das facções, territórios da seita, lugares caóticos e tudo. Fora que há um armário com os armamentos próprios do Guardião. Ele esta deitado em sua cama de solteiro, idêntica aos de quartel militar. De ferro e um colchão duro.

Bem ou mal ali é seu matadouro particular para as safadas da favela que não conseguem resistir ao negão misterioso. Até ali ele reside um pouco de drogas, tanto de maconha e cocaína. Apenas para suas festinhas particulares neste local da calamidade para o seu banho de sangue com as putas e os vagabundos. Seu corpo sente a extensão gélida do lugar, que por sorte hoje esta limpo e a noite de sexta-feira promete. Em cima de uma mesa de madeira próxima da cama, esta os três aparelhos do Ancilla. Um rádio da Nextel roubado, a qual usa só para falar com Lúcio, Mario o bixeiro e assuntos do morro. Tem um celular que usa para seus assuntos importantes, tem um sistema para não ser rastreado e é só usado para assuntos entre os Espadas de Caim. E o terceiro aparelho é o básico dele, para os contatos, até para Hélio, o policial corrupto que adora uma cocaína e sempre sendo fechamento do Lasombra com informações. O desgraçado é tenente da P.M., pelo menos tem que ser útil para algo. Falando nisso o telefone toca, o dele próprio, que não seja de assunto tão importante assim. E no visor aparece o nome do tenente... "Hélio". Quando ele liga, só tem duas opções, ele quer cocaína ou é merda.


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Castro Santos Casaverde

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MensagemAssunto: Re: ☥ Castro: Arco I, Ato I: Milícia, o Terror do Tráfico. ~   Qua Ago 05, 2015 8:29 pm

.O corpo totalmente morto de Castro dá alguns estalos, são os dedos do vampiro, que passaram totalmente imóveis por várias horas, agora sendo mexidos de forma ligeira sem muita cerimônia. O vampiro ergue a parte superior do torso, estalando também seu pescoço. Seus ouvidos são massacrados pelo som insuportável do Nokia, que toca e vibra, esperneando por atenção. Castro fecha sua expressão, ele parece enfadado, como se raivoso por ter sido acordado de forma tão abruta. Ele solta um rosnado baixo, exibindo suas presas. Levanta, apoiando as mãos na velha cama, que range com o peso do cainita, colocando um velho par de chinelos pretos no processo. Ele limpa o reboco que caiu durante a manhã e o começo de noite em sua camiseta do Flamengo e em seu short preto esportivo, provavelmente proveniente do teto que treme a cada ensaio geral. Passa a mão nos longos dreads, depois no cavanhaque, dá poucos passos pesados até a pequena mesa onde o celular toca. Ele para e pondera por um segundo.

*Que, porra...

.Em um movimento rápido, Castro pega o telefone, atendendo bruscamente, ainda com uma voz rasgada como se acabasse de acordar e os pulmões tivessem esquecido de como se faz para puxar o ar.

- Fala Hélio, caralho, que desespero porra, me ligando a essa hora? Sabe que eu trabalho cacete, que foi, acabou a farinha?

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MensagemAssunto: Re: ☥ Castro: Arco I, Ato I: Milícia, o Terror do Tráfico. ~   Qua Ago 05, 2015 11:50 pm



Mangueira é um bairro favelizado da Zona Central do Rio de Janeiro; É administrado pela Região VII, do Grande Bairro Imperial, uma das cinco regiões a compor a subprefeitura do Centro e Centro Histórico; com a qual possui uma estação de trem bem de frente ao morro. Seu grande atrativo é escola de samba Estação Primeira de Mangueira, dominada pelo Lasombra.

O bairro faz limite com Bairro de São Cristóvão e Benfica na Zona Central; além dp famoso Maracanã, Vila Isabel e São Francisco Xavier na Zona Norte. Bairros livres, o Sabá é predominante em todos esses território, mesmo fora das favelas e comunidades presentes nesses bairros. O Ductus se estala por completo, até ficar de pé, sentindo aquele tremor costumeiro das sextas, mas com a proximidade do carnaval, as coisas ficam mais tensas. E as passistas devem estar loucas de saudades do negão flamenguista. Que por sinal, amanhã tem jogo do campeonato brasileiro e enfrenta o Botafogo no maracanã.

Caminhou até a mesa, resmungando por ter sido despertado por toda a bagunça de alegria e perversidade vindo do salão em cima. Ele pode ouvir todo aquele batuque, até um surdo voltaria a ouvir com toda barulheira. Por pouco não ouviu o toque do celular. Quando atendeu, Hélio logo responde ao ouvir as palavras do Guardião:

─ Relaxa chefia... Foi mal Castro. To querendo sim um pouco da farinha irmão. Fora que tenho uma quente pra lhe contar cara. Fique esperto aí. Dos seus lá de Santa Marta fizeram merda, assaltaram um ônibus, em seguida queimaram a porra do veículo e se esconderam na favela, mataram um inocente. Ta uma guerra lá. A PM junto do Bope estão botando pra foder naquela porra. Só liguei pra ficar ciente meu camarada. -

Ele ficou na linha aguardando, Castro ouve algo do tenente dizendo algo com alguém ao fundo, mas por conta da barulheira ele não ouviu direito ou o policial abafou com a mão o aparelho. Parece que a música no andar de cima parou, aparentemente uma pausa e poderia falar tranquilo agora sem a barulheira por suaves minutos que logo voltaram a tocar. São quase oito e meia da noite e a noite carioca ainda é apenas o começo. Se que Hélio esta dizendo do morro Santa Marta, fodeu e lá é Terceiro Comando que nem o domínio do Espada de Caim.


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MensagemAssunto: Re: ☥ Castro: Arco I, Ato I: Milícia, o Terror do Tráfico. ~   Qui Ago 06, 2015 12:15 am

.Castro levanta uma sobrancelha enquanto processa a mensagem.

*Santa Marta, caralho.... Isso fica muito pro Sul.... Tá me cheirando a merda de Camarilla denovo... PM, Bope, é, bem cara. Queimaram ônibus... De quem foi a ideia? Porra, deve ser algum retardado que acha que é macho por rosnar que nem cadela direto, babaca.... Ou pode ser aquele tonto do Bira... Tá tá tá.

.Depois de uma coçada no queixo, o cainita prossegue com pesado sotaque carioca.

- Porra... Oooh, então mermão, se liga, tenho um pouco de pó aqui, se você quiser, cola lá no bar do Horácio amanhã, esquema de sempre, feijão mulatinho e farofa paulista pra almuça, só em dia do jogo do mengo, moro? Se tá ligado. Aí os mangue vai te passar os trampo e tu deixa o pagamento "extra" enrrolado no lenço da cor, manjo? É só isso?

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MensagemAssunto: Re: ☥ Castro: Arco I, Ato I: Milícia, o Terror do Tráfico. ~   Qui Ago 06, 2015 7:02 pm



Santa Marta é uma favela aliada do complexo da Mangueira. Terceiro Comando reina naquele pequeno morro na Zona Sul do Rio. Em Botafogo, bairro de gente bacana e a favela reina ao fundo daquele local. Castro sabe que o traficante conhecido como Capoeira é o chefe de crime da região. Um mero mortal ou Carniçal até onde ele sabe. Nunca viu este bandido, nem contato do puto, é literalmente um fantasma em Santa Marta. Mas tem o telefone de um dos carniçais Sabá da favela da Zona Sul, ele é conhecido como Bira. É um dos fogueteiros da favela. Só sabia que um Malkavian de nome Pierre controlava aquela área e após o sumiço dele nem ele sabe quem é o vampiro da seita que segura a pica de lá. Se tiver, nem toda favela dos Espadas possuem bandos, principalmente Santa Marta que é pequeno. O Complexo da Mangueira dá uns três da favela da Zona Sul. Hélio apenas responde:

─ Fechou irmão ! Amanhã eu colo na área no horário de sempre e deixarei o "extra". Liguei mais pelo ocorrido, fique na paz. -

Se o Lasombra não dizer mais nada, o policial desliga o celular. Parece que deu uma boa pausa no salão da escola de samba no andar de cima. Enquanto reflete sobre a informação, ônibus em chamas e pelo seu conhecimento, talvez seja obra da própria Camarilla para arrumar desculpa para entrarem na favela. E bem ou mal ele sabe, que o governo esta dando mais preocupação com as favelas da Zona Sul. Área nobre da cidade do Rio. Enquanto pensa e ainda com o aparelho em mãos, ele ouve batidas vindo pela porta de ferro a qual protege o refúgio do Lasombra. Foi um total de três batidas fortes. Será que deu merda ?


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MensagemAssunto: Re: ☥ Castro: Arco I, Ato I: Milícia, o Terror do Tráfico. ~   Qui Ago 06, 2015 11:46 pm

- Na paz....

*Beleza, já sei o proceder a partir daqui...

.O Lasombra coloca o telefone na mesa, passa a mão nos dreads e não toma muito tempo para pensar. Percebe o silêncio súbito vindo de cima e as três batidas vindas da entrada de seu abrigo, o que o leva a exclamar em voz alta.

- Já vai sangue bom!

.Ele caminha tranquilamente até o seu guarda roupa, põe uma pochete, onde guarda os três aparelhos de comunicação, uma carteira simples com RG e uns 12 reais. De sobra, coloca seu par de socos ingleses nos bolsos do shorts, que não dá sinal que vai cair por causa do peso, e sua pistola, guardada na parte de trás da vestimenta e coberto pela camisa.

*Quem será que é? Espero que não seja B.O. tava afim de comer umas nega hoje...

.Ele vai lentamente até a porta, com uma mão no bolso (colocando o soco inglês) e com a outra abrindo a porta, já saudando.

- Salve.

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MensagemAssunto: Re: ☥ Castro: Arco I, Ato I: Milícia, o Terror do Tráfico. ~   Seg Ago 10, 2015 12:55 pm



Tudo calculado, após se ajeitar por completo caminhou até a porta de ferro bem rígida e para derrubar aquilo ali, teria que ser algo bem grotesco. O Lasombra tem acesso ao olho mágico, nota ser Danilo, um dos funcionários de Mario seu aliado e dono dos jogos do bicho do complexo. Ele esta com uma cara de assustado, como se estivesse nervoso. Ao abrir ele olha diretamente para você. Seu ar sobrenatural já o intimida, ainda mais sendo um negro bem respeitado pelo círculo de "amizades" do vampiro. Logo ele passa a costa da mão na testa para limpar o suor, ele parece ter vindo correndo, até a respiração do pobre mortal esta ofegante. E logo diz:

─ Fala ai senhor. Felipe mandou vir pessoalmente aqui, falou pra não passar o rádio... Chegou uns refugiados ai lá do Santa Marta. Os putos vieram lá da Zona Sul para cá, apenas três deles e querem abrigo aqui na comunidade. Felipe esta lá com os três em um dos bares do Mário, a qual eu trabalho. O próprio mandou que avisasse ao senhor. -

Uma desgraça total, se fugiram apenas três, o resto foi preso, mortos ou estão na favela ainda escondidos. Mas porquê vieram pra Mangueira ? Lá da Zona Sul ? Longe pra caralho. Talvez pra despistar mesmo ou na pior, trazer a porra da polícia junto. Castro sabe que Felipe é o Pander, membro do seu bando. Deve ser mais uma desculpa do cainita em termos de não usar rádio para atrair, ele deve ter perdido de novo. Já perdeu quatro rádios, Douglas, o Malkavian antitribu e membro também do bando. Até desconfiou dizendo para o Lasombra que ele poderia estar vendendo esse rádio para os alemãs (Gíria dizendo aos Rivais), mas o Lasombra sabe que a potência do Vaulderie entre eles é forte. Já Lúcio vem sendo um bom Sacerdote, mesmo bem ausente as vezes. O mortal espera ouvir que o flamenguista irá dizer em resposta ao assunto.


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Última edição por Fractius em Seg Ago 10, 2015 10:25 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: ☥ Castro: Arco I, Ato I: Milícia, o Terror do Tráfico. ~   Seg Ago 10, 2015 9:14 pm

.Castro levanta uma sobrancelha para o mortal à sua frente.

*Filho da puta perdeu o radio de novo.... Refugiados... Hahaha, essa eu quero ver.

- Me guia até lá muleque, ta de bike? Senão vem de garupa minha. Bora lá.

.Com uma piscada de olho e um tapinha nos ombros do homem, o vampiro já vai fechando a porta atrás dele, tranca e vai subindo as escadas em direção à quadra da escola de samba. Lá, terá uma entrada para uma viela onde a bike de castro fica acorrentada a um poste. Castro caminha calmamente, com uma expressão morta porém muito calma. Caso encontre algum conhecido, ele cumprimentará de forma informal e calorosa.

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MensagemAssunto: Re: ☥ Castro: Arco I, Ato I: Milícia, o Terror do Tráfico. ~   Seg Ago 10, 2015 10:36 pm



Danilo apenas sorrir agora aliviado com a "gentileza" do Lasombra,

─ Já é, vamos lá... -

A dupla sai, na metade da escada do porão, ele escuta vozes vindo de cima, risadas, cheiro de cerveja e outras bebidas alcoólicas. E começa o batuque de novo, ele de relance consegue ver o enorme movimento no salão, aquelas gostosas rebolando o rabo, homens rindo como loucos e batucando em pandeiros, bumbos, cavaquinho e todo tipo de instrumento musical para a barulheira. Não apenas as passistas, mas monte de gente dançando e se divertindo com o som. Saindo por um canto ele nota alguns conhecidos que o cumprimenta formalmente em respeito e sabem que você é o "cara" da comunidade. Saindo já ao beco local, pode ver o céu rubro, bastante estrela e uma noite quente. Soltou a bicicleta e Danilo montou atrás de pé. O bar não é tão longe, mas a escola de samba fica de frente para rua, a principal do outro lado pode ver o enorme muro e atrás os trilhos do trem com a estação da Mangueira. Saindo do beco, ele sai na calçada com pouco movimento e ele trilha até chegar em uma das subida do complexo. Logo sobem, se fosse humano estaria morto pedalando mesmo sozinho. Danilo aponta qual dos bares e dele já é possível ouvir a alta música do Racionais tocando. Já tem na entrada três dos homens de Thiaguinho, armados, dois deles sem camisa, havaianas aos pés e as pistolas presa na frente de suas bermudas. E outra pistola em mãos. O outro esta mais certinho, também de chinelo e bermuda, uma camiseta branca, boné da mesma cor e um fuzil de assalto em mãos segurando com o dedo no gatilho apoiado no ombro direito. Eles reconhecem Castro e o de boné diz:

─ Fala ai parceiro. chegou três dos nossos do Santa Marta. Felipe esta lá dentro de olho patrão. Mario deu um pulo aqui, mas já seguiu o rumo e disse que o bar é todo nosso. Um dos mano ta baleado, ta uma merda lá dentro. -

O carona desce da bicicleta e cumprimenta os traficantes. Eles batem as mãos e depois socam as mãos suavemente. Cumprimento de malandro. Um dos sem camisa já esta fumando uma maconha e no muro de tijolo do bar uma garrafa de cerveja pela metade com os copos descartáveis. Os vagabundos tudo bebendo enquanto aguardava o Lasombra. O bar é bem furreca, todo de tijolo e algumas partes de cimento, pichação, tem uma única entrada, o chão todo acimentado ,ali dentro parece esta vazio e Danilo entra passando para trás do balcão. Lá atrás tem uma porta dos fundos e o bandido aponta dizendo que lá esta os caras. Seu faro realmente sente cheiro de sangue, o chão estava sujo, alguém até jogou uma água ali onde sujou e do outro lado da rua nota um chevette marrom de vidro fumê parado.


Música no Bar de Mario.


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MensagemAssunto: Re: ☥ Castro: Arco I, Ato I: Milícia, o Terror do Tráfico. ~   Seg Ago 10, 2015 10:51 pm

.Ao chegar, Castro acena positivamente com a cabeça pro malandro de boné.

- Já é, deixa comigo.

.Antes de entrar, ele dá uma olhada feia para o baseado do outro e faz um sinal de tesoura com a mão, o humano já sabe, Castro detesta que fumem ou usem algo em sua presença. Ele vai entrando pelo bar, seguindo seu faro, mesmo satisfeito, o sangue lhe tenta, um caçador nunca recusa uma refeição.... Adentra a porta que Danilo indica, mostrando as presas em uma expressão sólida com um sorriso enganoso, sínico...

*Vamos ver o quanto eles aguentam.... Hahaha, bando de cadela.

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MensagemAssunto: Re: ☥ Castro: Arco I, Ato I: Milícia, o Terror do Tráfico. ~   Qua Ago 12, 2015 10:56 am



Rapidamente o maconheiro apaga a droga. Fica com uma expressão de chateado e a mesmo tempo pareceu ter ficado tenso com as ordens. E fez sem reclamar. Para eles o chefe do morro é Thiaguinho, mas não sabem que Lúcio é o mestre do próprio. E por Castro ser o Ductus do bando e os traficantes obedecem cegamente a ele ao fato do Lasombra ter ganho o Status como Gerente do tráfico. Eles não entenderam o porquê do Thiagunho ter escolhido ele, mas os membros do morro sabem da verdade. Mas seguem cegamente o "Gerente". Ele sobe o degrau da entradinha principal, aquelas mesas de ferro abertas co mas cadeiras vazias, tanto na pequena varandinha e dentro do pequeno bar do bicheiro. Danilo aponta para a porta dos fundos quando o vampiro caminha, percebe o cão úmido e aquele cheiro forte de cloro com água sanitária. A porta esta fechada, mas não trancada. Ao abrir, nota várias máquinas de caça-níquel ligadas, mas tudo vazio. E ao fundo, nota outra portal com um traficante fumando um cigarro normal, sentado em um caixote e com um revólver 38 na outra mão apoiada ao colo. Ele fica logo em alerta quando nota o negão entrando. Ao reconhecer o gerente ele cumprimenta:

─ Fala ai patrão... Felipe e os recém-chegados estão lá dentro. -

Esse traficante ele reconhece, é Robson, ele é carniçal do Pander. E tem noção um pouco do vampirismo. Ainda não acredita, mas prefere ficar na dele. Ao passar por ele, nota uma pequena sala com uma televisão ligada, duas piranhas, uma branca e a outra negra da favela caídas no sofá, desmaiadas aparentemente, com os narizes sujos de branco e seus pescoços perfurados. Ele sabe que Felipe gosta de beber sangue de putas viciadas. Deve ser obra dele. No final outra porta fechada e foi aonde Robson apontou de onde estaria o "chefe" dele. Estrutura toda fodida, paredes caindo aos pedaços, grafites espalhadas pelas paredes. Aquela parte o solo cheio de pingos de sangue, ele consegue sentir o "aroma" da melhor bebida noturna. Ele ouve um "choro" aparentemente próximo da porta e ouve o seguinte vindo lá de dentro uma voz desconhecida:

─ Caralho meu irmão... que tu ta fazendo ? Que porra louca é essa... -

Logo escuta uma gargalhada e uma resposta para a voz assustada e Castro reconhece ser Felipe o membro do seu bando:

─ Relaxa ai boneca... seu amigo aqui já estava fodido, eu apenas estou fazendo uma boquinha... Hehehehe -

Ao abrir a porta, aquele aroma fica mais forte. Uma sala um pouco escura, no canto direito ver dois desconhecidos, negros, um deles alto e musculoso. O outro pele morena e bem magrelo. E do outro lado em cima da mesa um "presunto" e Felipe com a boca agora cheio de sangue parecia estar devorando uma parte do corpo e ele olha pra porta puto:

─ Porra Robson falei pra nin... Ah é você Castro. Chega mais patrão. Essas duas maricas aí estão assustados... -E o grandão responde:

─ Marica nada porra. Tu ai, bebendo o sangue do cara caralho. Porra de louco... essas porras eu vi só uma vez no Santa Marta, achei ser uma espécie de droga nova... mas agora to vendo que não... Caralho, você é o Thiagunho parceiro ? -

Ele olha para Castro perguntando se é o Thiaguinho, ele talvez ache que seja o dono da favela e por de baixo dos panos realmente é. Ele nota que o outro esta meio que mijado, ao ver a cena de Felipe com o que sobrou do elemento na mesa. E o mais engraçado é que o puto ainda esta vivo. Felipe se levanta passa a mão na boca e fica olhando o Lasombra sorrindo e aponta com a cabeça para os dois no sentido "Do que vamos fazer com as gazelas"


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MensagemAssunto: Re: ☥ Castro: Arco I, Ato I: Milícia, o Terror do Tráfico. ~   Qua Ago 12, 2015 1:50 pm

.Castro segue mais para o centro da sala, rosnando e mostrando os dentes, olhando fixamente para o Pander.... Quando está próximo o suficiente para encará-lo a menos de um palmo de distância ele ruge.

- Gggrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr, o que eu falei sobre alimentação ein parceiro? É falta de educação comer antes dos outros chegarem.... Principalmente eu... Grrrrrr.

.Castro olha muito firmemente para Felipe, rosnando, mostrando as presas, usando seu tamanho para mostrar o quanto ele é maior que o Pander. As sombras da sala começam a mover-se e, como tentáculos sombrios, veios de uma substância negra estendem-se dos longos dreads do lasombra, alguns, permeando seu corpo, como tatuagens das mais profundas trevas, outros, levantando-se, como cobras na cabeça de uma medusa. As sombras também cobrem seus olhos, deixando apenas um pequeno ponto de luz amarela em cada globo ocular. Por fim, as listras negras da camisa do flamengo parecem tomar toda a vestimenta e é como se espinhos negros saíssem do torso do negão.... Sabendo que é o suficiente para Felipe lembrar das regras do bando, os segundos tensos de encarada são revertidos em um movimento leve de Castro em direção aos humanos, dizendo.

- Eu? Hahaha... Não... Eu sou muito pior que Thiaguinho...

.Ele dá dois passos na direção deles e bota a mão no queixo do maiorzão....

- Você parece ser um homem muito forte, destemido.... Não tem medo de bixo papão tem? HAHAAHAHAH.

.Ele olha para o magrelo mixado com um sorriso sarcástico... Castro puxa uma cadeira e faz um sinal para que o homem maior se sentar e fala, quase sussurrando em seu ouvido, bem perto, para que o humano sinta o bafo gelado do vampiro.

- Sente-se, vamos conversar... O que aconteceu lá em Santa Marta? Quero detalhes... A polícia invadiu? Teve mandato? O Bope tava lá? Algo... Bizarro aconteceu? Onde está Bira?


OFF: Gostaria de rolar uma rolada de Intimidação (3) + Força (4) + 1 dado = 8 dados, contra Felipe, o objetivo é, pela pose e ameaça física, lembrar que quando alimento está disponível ao bando, todos comem e o indivíduo não deve ser egoísta, é um dos princípios do bando. Apenas para colocar todos em seu lugar... Devido ao Jogo da Sombras (Tenebrosidade 1), além de ganhar um dado bônus na rolada todos os humanos na sala rolam Coragem (Dificuldade 8) devido ao medo natural que sentem das trevas abissais. As sombras estão sendo usados para fazerem-nos falar sem balaios e temerem Castro.

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Com uma uzi na mão
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Sinto muito cumpadi
Mas é burrice pensar
Que esses caras
É que são os donos da biografia
Já que a grande maioria
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MensagemAssunto: Re: ☥ Castro: Arco I, Ato I: Milícia, o Terror do Tráfico. ~   Qui Ago 13, 2015 11:10 am



A escuridão é literalmente o lar dos Lasombra. Castro se sentiu incomodado com a falta de respeito por parte de Felipe. E a Besta dentro de si, excita ao ponto de quase explodir, fazendo suas presas ficarem expostas com ferocidade, sem ele mesmo saber seus olhos ficam avermelhados como de uma fera enfurecida. Literalmente um leão intimidando os outros de seu bando. As sombras começam a mesclar as tranças dos Dreads dando-as formas bizarras como de serpentes. As listras negras da camisa do Flamengo parecem se mover e parece que sai do material e aos pouco rodeia o Pander. Que recua as presas e olha assustado indo para trás colocando as mãos na frente com sinal de "Espere". Tanto ele e os dois marginais do outro lado notam a estranheza vindo do poder da Tenebrosidade, que é algo medonho e que bem ou mal é uma brecha do Abismo surgindo no mundo físico. Os dois se levantam como duas gazelas e dizem quase que juntos:

─ Caralho ! Que porra é essa... Puta que me pariu ! -

Felipe só faltou chorar ao ponto de Castro parecer ficar maior do que ele já com as costas na parede sem poder para onde ir e diz:

─ Caralho... foi mal porra... estava faminto já umas noites, só na ronda... Não foi por querer e não resisti. Prometo meu Ductus, que não irá se repetir... ! -

Felipe ficou aliviado quando sua atenção foi em direção dos humanos. Agora que eles vêem de frente a expressão monstruosa de um ser descendente de Caim. Foi nítido o desespero e eles pularam o sofá indo para trás e com a intensão de puxarem suas armas que ficam por de baixo de suas camisas. Mas notam que não estão com eles e olhão para a mesa onde esta o companheiro sangrando e lá Castro nota as armas dos comparsas. O magricela volta a mijar o grandão só olhando com cara de cú e engolindo saliva toda hora e ambos não acreditando o que esta vendo e logo ele responde o Guardião:

─ Você não... é... Thiagui...nho... Na verdade... o que.. é... vo...cê... um monstro ? -

Saiu tudo gaguejado por conta do negão. Seu dedo gelado como a própria morte toca ao queixo daquele humano de pele escura, assim como ele. Fazendo-o literalmente sentar na cadeira como uma simples marionete. Ele tenta respirar, mal consegue de tanto nervosismo na presença daquele Vampiro. Ele tenta raciocinar do que aconteceu no morro aparentemente e tenta voltar a olhar para o Lasombra, mas ele não consegue, seus olhos recuam ao chão, mas ele diz:

─ Só sei que deu merda... eu... estava... com os parceiro tomando umas brejas... parece que dois dos nossos cometeram assalto na via principal lá do bairro... Mas não era, eles voltaram e disseram que tacaram fogo em um ônibus, eles pareciam estarem doidões com alguma coisa forte e do nada começaram atirar em nós, seus próprios brothers. Só sei que pulei o muro de uma casa e lá fiquei escondido olhando. Lá eu só cuido das armas do tráfico em transição. Só isso irmão. Depois que os dois foram mortos, apareceu os homens de preto, sim a porra do BOPE, junto com a PM. Ai fodeu tudo, tiro, porrada e bomba... Só sei que corri que nem louco. E trocando tiro com os canas atrás de mim e da galera. Fomos para o "palácio" do patrão Capoeira, chegando lá vazia, o chefe não estava lá. Eu, Fabinho esse aqui comigo e o Tião ai na mesa ferido. Vazamos pelo mato, saímos do outro lado literalmente... Ganhamos vantagem pela noite... Mas... Fabinho jurou ter visto lá em baixo o nosso chefe entrando em um Escort XR3 negro com uns cara que pareciam do governo, todos de terno e apertavam as mãos como amigos e ele entrou no carro e foi embora escoltado por oito carros da polícia militar. Não entendemos nada, fomos por outra trilha e caímos já próximo ao Flamengo... De lá roubamos o Chevettão e seguimos para cá, nossa facção e o mais próximo de fora da Zona Sul irmão... Juro que é isso... Eu sirvo em serviços a uma família nobre de Botafogo, eles que me passavam o armamento do exterior e eu levava ao Santa Marta. É isso ,Fabinho e Tião estão ai como provas... Mas não sabia que vocês eram canibais e sei lá o que são vocês. -

Tudo bem confuso e ao mesmo tempo explicativo para o Lasombra. Capoeira vendeu seu ponto de tráfico ? Realmente lá pelo conhecimento do cainita lá tinha apenas carniçais dos Espadas por lá, mas poucos e Vampiros não sabia se tinha, por conta de um morro pequeno não era necessário um bando. Mas, bem ou mal é uma perda de território. E o tal "homens do governo" ele talvez possa tirar suposição de homens da Camarilla e ao Bope ter subido deixa mais claro as coisas. O BOPE é a força tarefa literalmente criada pela Torre de Marfim para combater o tráfico do Sabá. O que a Camarilla esta pensando ? Esses anos todos ocultos, vão querer retomar a cidade ? Loucos, mesmo o Sabá tendo controle de quase todas as favelas, mesmo as que não tem será muito difícil. Comunidades como a Santa Marta até será fácil, mas um complexo como o Alemão, Mangueira, Cidade de Deus, Rocinha e outras de porte poderoso. Mesmo pertencendo ao comando vermelho a facção rival a qual Castro reina, será difícil.

Os dois humanos ficam olhando para o chão e loucos para irem embora dali, por conta do medo hipnótico de seu truque de sombras para intimida-los sobrenaturalmente. Agora, qual o próximo passo ? O sangue do outro em cima da mesa excita e ele geme de dor. Felipe já de pé e ouvia tudo, em silêncio e ainda com a expressão de terror em seus olhos. Agora podia ouvir o funk tocando na entrada do bar bem alto para repelir qualquer problema eminente.


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