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 ☥ Licurgo: Arco I, Ato I: O Despertar de uma Rosa Sangrenta. ~

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Fractius

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MensagemAssunto: ☥ Licurgo: Arco I, Ato I: O Despertar de uma Rosa Sangrenta. ~    Qua Nov 04, 2015 5:12 pm


☥ Rio de Janeiro - Bairro ????? ?? ?????? - Local Desconhecido. ☥
• ?? de ????????? de 199?, Sexta-Feira: ??h??min P.M.
• Licurgo: Arco I, Ato I: O Despertar de uma Rosa Sangrenta.



A não-vida é tanto um mistério e ao mesmo tempo segredo para muitos. Cansado de intrigas, dos seres sobrenaturais e de tudo que abala a natureza e o sistema criado pelo Toreador. Preferiu por si só um descanso, desaparecendo do mundo e deixando aliado e mortais tomando conta de seus feitos. Desde as eras, de sua Itália, Inglaterra e por fim aonde resolveu repousar-se, Brasil. De tudo em sua vida e não-vida o que lhe marcou de verdade foi aquela mulher de olhos cintilantes e perfeita como os anjos celestiais, sim é ela, Melissa.

Ele podia sentir algumas coisas a qual não sentia a um bom tempo, primeiramente o ar gélido tocando toda sua pele, em segundo sentimento é que de alguma forma ele sabe que é noite, seu corpo moribundo nunca erra e por fim algo quente e delicioso entrando em sua boca, escorrendo garganta a dentro e dando vida a todos seus órgãos internos, um por um. Lentamente, sente seus ossos estalando, sente sua pele e carne morta-viva se regenerando. Licurgo pode sentir que a vida esta entrando mais uma vez em seu corpo, não tinha consciência de nada, só agora sua mente voltava a funcionar novamente e agora tinha forças para abrir seus olhos. Diretamente de sua tumba, onde fica sua boca, há um dispositivo a qual quem estivesse pelo lado de fora poderia alimenta-lo quando chegasse a hora. Agora ele tem flashs de suas últimas ações, de quando se estacou, das promessas para Victoria e do desejo de retornar das cinzas após dez anos. Parece que foi ontem o seu descanso, já passou os anos?

Sente seu corpo bem alimentado, alguém destrava a tampa da tumba, naturalmente o ar sobrenatural de Licurgo expele a neblina para fora. Seus sentidos estão em alta, sabe que há apenas uma pessoa viva dentro daquele salão, não precisou nem se quer sair ou olhar, mas pelos batimentos cardíacos, há apenas um e em um tom rápido, talvez medo ou apenas cansaço. Porquê ele sente a respiração ofegante do indivíduo e pelo tom de voz, ele sabe que se trata dela, Victória.

─ Meu senhor... ?


_________________


Sou apenas uma criança perdida na escuridão, sou o anjo caído que mostrará a você o caminho para sua libertação!


Última edição por Fractius em Sex Jun 02, 2017 10:01 am, editado 1 vez(es)
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Licurgo Vieri Bianucci

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MensagemAssunto: Re: ☥ Licurgo: Arco I, Ato I: O Despertar de uma Rosa Sangrenta. ~    Qui Nov 05, 2015 12:00 am

Ah! O vitae percorrendo o corpo. O corpo começa a reagir e revigorar-se. Licurgo em questão de momentos estava despertando, não-vivo outra vez...

Enquanto a consciência ainda estava se recobrando, alguns momentos de sua existência passavam por sua mente em sequencias de flashes rápidos: Os olhos de Melissa, a luxúria de Katherine, os momentos em que algumas de suas ideias renderam sucesso em investidas contra inimigos em Londres (talvez ser militar fosse mais que tradição familiar, poderia estar no...sangue!? Hah! ), nas vezes que quase pereceu nas maos de inimigos, nas conquistas feitas, e principalmente nas desgraças...perder tudo, reconstruir novamente, enfim.

Estava acordado, finalmente. Adormeceu realmente o tempo que desejava? Parecia curto demais, deveria ter estabelecido 20 anos...

"...ou deixar de ser covarde e caminhar para o Sol de vez"-Pensou amargamente.

Mas enfim, Victoria o havia despertado, assim como havia a solicitado para fazer. Podia estar cansado dos Membros, mas ainda assim, não era negligente com os seres que realmente nutria algum sentimento positivo, fosse camaradagem ou amor. Por isso, pensou no 'bem-estar' de Victoria, deixou vitae suficiente para todo o tempo que planajara ficar ausente do mundo. Suas pequenas aplicações em ações iriam manter um fluxo financeiramente confortavel tanto para ela quanto para Elias, seu amigo e praticamente 'irmão de espada'. Foi tudo milimetricamente planejado. Planejar é arte! Seja uma pintura ou poesia! Pensa-se sobre quais letras colocar no papel ou sobre qual tom de tinta preencher na tela em branco. Pensa-se também sobre que tempero colocar em determinada receita. E, com o recente Plano Real, tinha certeza que havia explorado bem os caminhos economicamente estáveis, nada extravagante demais, para não chamar atenção. Havia...Outros, sabia disso. E, os Outros não viram seus interesses em empresas pequenas ou médias, nem restaurantes ou saloes de eventos casuais, nem para pequenos acionistas.

Sim, se importava.

Mas agora, havia a estaca que ele próprio fincou em si. Seu primeiro ato físico foi concentrar-se para expelir a estaca, isso requeria um certo esforço, mesmo para ele. Mas preferia assim do que ter que esperar Victoria terminar de destrancar seu aposento e retirar a estaca para ele.

Então, Licurgo se levanta, analisa suas próprias mãos e pés, ao mesmo tempo em que incia a circular o vitae pelo seu corpo, para ruborizar um pouco, ficar quente ao toque...parecer, bem, menos Membro.

Inicia um cumprimento simples, porém gentil, um ''boa noite'', dito 4 vezes, primeiro em italiano, depois inglês, depois russo e por fim português. Recepções mais calorosas teriam de esperar, Licurgo supunha.

-Parece que entrei aqui semana passada. Gostaria primeiramente, minha querida, que me situasse do básico...você parece...-Licurgo fez uma pausa de meio segundo porque tentava se lembrar de como se chamava aquela emoção--Assustada. Se passaram os 10 anos como eu solicitei a ti? Estamos em 2004? Nos exatos dia e mês que aqui entrei? Conte-me tudo...

Olhava para ela de modo sereno e convidativo, enquanto, claro, se certificava com seus outros sentidos se alguma presença a mais se encontrava nas proximidades, se preparando para qualquer adversidade, esperava ela contar tudo, e mais um pouco, afinal, coisas devem ter acontecido enquanto repousava.

"Sempre acontece..."
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Fractius

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MensagemAssunto: Re: ☥ Licurgo: Arco I, Ato I: O Despertar de uma Rosa Sangrenta. ~    Qua Nov 18, 2015 12:13 am



A voz de Victoria soou com um tom de preocupação, o esperto Toreador sabia de có, do que passa por aquele corpo esbelto moreno da mortal. Ele sabe que ela parece aflita, mas com o quê ? Licurgo sente o seu próprio corpo travado, como se a gravidade não permitisse que ele pudesse se mexer e isso é a força que provém de um simples componente de madeira preso ao seu coração. Que de todos os órgãos internos, ainda não atrofiou graças a potência do seu vitae. Dando "vida" a ele novamente. Ele tentou de todas as formas, não foi possível retirar sozinho, ele viu as mãos pequenas de sua carniçal retirando com dificuldade aquele pedaço de madeira a qual parecia fincada em um pedaço de mármore. Assim que aquele material sai de seu peito, sente a "gravidade" desaparecendo e seu corpo volta a ter vida e um "ar" de liberdade lhe vem com perfeição.

Recuperando bem sua memória dos acontecimentos, sente o cheiro de mofo que provém de seu terno, todo úmido e velho. Mas inteiro ainda, apenas passou cinco anos, mas Licurgo ainda não sabe. Ele se levanta lentamente, observa Victoria sorrindo ao vê-lo, ela continua segurando próximo ao peito aquele pedaço de madeira. Seus sentidos especiais estão em alta, consegue detectar qualquer ruído, desde pingos de água a baratas trilhando por dentro das paredes velha daquele porão. Não havia ninguém além dela, ao chão, vários dos jarros a qual Licurgo lembra de ter colocado do seu próprio sangue para que ela se alimentasse. O que estava acontecendo...? Sua voz, conforta a preocupação dela a qual ele sabe que ela tem. Vic engole em seco e logo responde um pouco tremula, tentando mostrar está tranquila:

─ Estamos em 1999 meu senhor. Passou apenas cinco anos. Peço desculpas, mas não sabia o que fazer sem o senhor. Alguns problemas, envolve sua raça e sobre o seu restaurante. Não sei como, mas parece que as coisas ficaram pesadas por lá. Alguém tomou o seu lugar, me forçou beber do sangue dele, mas eu escondida bebia o do senhor. Sua persuasão em mim é forte demais, queria acorda-lo antes, mas eu não tinha forças, como eu tive agora e além que Elias, não o vejo a um bom tempo. Eu peço PERDÃOOO ! -

O som da estaca se chocando ao chão, ela entra em desespero e começa a chorar, caindo de joelhos com as mãos ao rosto. E choraminga:

─ Ele queria saber onde o senhor estava. Eu não contei... Ele vai me matar se eu acordasse o senhor. Ele queria o senhor assim dormindo. De início ele foi um bom amigo, disse ser seu amigo, eu confiei e acabei entrando nessa fria. Eu não me lembro como, mas o restaurante esta sendo quase dele eu acho... Me desculpa senhor... eu fazia as coisas mesmo dentro de mim não querendo. Eu não entendia o porquê do meu corpo movia sozinho... Ahhhh... -

Mesmo entre os choros ele entendeu o que ela disse. Muita ousadia desse membro. Licurgo se ausentou, então alguém tentou assumir o seu papel, mas quem seria ? Essa é a questão que passa pela mente do Toreador. Victoria põe a mão na nunca em índice de dor, pela expressão facial dela. O que fazer Licurgo...: Pense... Mal foi desperto e já começa na desgraça? E nem dez anos se passou, não importa e parece que a maldição sempre lhe acompanha. Não sabe o porquê, mas em sua mente apareceu o belo rosto de Katherine com aquele sorriso cínico e maravilhoso ao mesmo tempo. Só que seus olhos findados como de uma cobra sedenta por sangue.


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Licurgo Vieri Bianucci

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MensagemAssunto: Re: ☥ Licurgo: Arco I, Ato I: O Despertar de uma Rosa Sangrenta. ~    Qua Nov 18, 2015 10:21 am

Licurgo pode estar nervoso, amaldiçoando o destino, se lembrando de certas pessoas ou coisas que marcaram para sempre sua não-vida, mas não estava nem um pouco surpreso ou impressionado.

O seu restaurante, o Il Caesar, era um negócio que pedia certa astúcia para fazer decolar do jeito que ele fez...

Licurgo a levanta com os braços, envolve sua cintura com um dos braços e com o outro afaga seu rosto e limpa as lágrimas, sempre atento a qualquer ruído suspeito que possa ouvir, era assim que fazia para acalmar uma mulher aos prantos, não? Talvez em Londres, no século passado, talvez atualmente o método fosse outro, ainda estava levemente confuso, acabara de acordar e seus pensamentos estavam meio que atemporais, resolve então, fazê-la parar de choramingar com um beijo (humano).

Quando parasse de chorar, iria trancafiar novamente seu local de descanso temporário, e então inicia as perguntas:

-Como assim, ''quase dele?'' Por acaso ele se apoderou das documentações?
-Descreva esse sujeito pra mim, por favor, desde aparência física até modo de falar, gestos que tem mania de fazer enquanto conversa ou anda e de onde ele afirmou ser e como me conheceu..creio que perguntou tudo isso para ele, sim?
-Como ele está lidando com o negócio? Talvez isso pareça bobo mas, ele sabe cozinhar? Lembre-se que culinaria é um dote do qual possuo destaque, e as pessoas sabem dos ''boatos'' de que o proprio dono as vezes cozinha, e clientes exigentes requerem este serviço, e...um resultado não menos que 'perfeito' não é aceitável. E 'O Fornecedor?' dos alimentos? Aliás...e o salão de eventos?Já explodiram o Espaço Astor?
-O que houve...? Deixe-me ver sua nuca...
-Tira a mao dela e analisa onde ela a havia colocado como se estivesse doendo.
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MensagemAssunto: Re: ☥ Licurgo: Arco I, Ato I: O Despertar de uma Rosa Sangrenta. ~    

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☥ Licurgo: Arco I, Ato I: O Despertar de uma Rosa Sangrenta. ~

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