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 ☥ Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.

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MensagemAssunto: ☥ Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.   Ter Jun 13, 2017 11:28 pm


☥ Londres - Westminster - Hospital St. Mary | Subterrâneo ☥
• 02 de Janeiro de 1999, Sábado: 20h11min P.M.
• Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.



O ser de característica do velho mundo. Com procedimentos diferenciados de outros Cainitas, pois Membro é um termo mais Camarilla. Independente do caminho que segue, seu clã nasceu nas margens do Sabá, sua raiz, seu sangue nunca poderá ser negado. Assim como os Guardiões. O próprio conseguiu distorcer e manipular todo o hospital, demorou um tempo, pois o mesmo sempre foi propriedade dos Sangue-Azuis, por sinal o distrito de Westminster, o coração de Londres é um território por lei da Camarilla imposta, apenas deles, mas após Mithras ter sido destruído pelas feras da lua e pelo seu amplo nível do sobrenatural, sabe que entre eles são chamados de Filhos de Gaia ou Garous. Gaia a mesma Deusa Pagã por muitas culturas antigas. Seres primitivos. - Logo o antigo dono, um Ventrue chamado Andrey Malcom, teve sua morte-final, dizem que foi pelas mãos das feras da lua, mas ninguém sabe da verdade e com isso o Tzimisce se aproveitou, através de sua influência e grande conhecimento de finanças moldou facilmente a administração do hospital e em semanas era o novo dono. Deixando a "Jyhad" lá fora com os outros e ficou nas sombras elaborando seus planos. A mesma coisa o London Eyes, uma emissora de jornal a qual o demônio se apoderou e com isso sua estrutura pode ser abafado com mais facilidade. Mas tudo com cautela, pois ninguém é perfeito.

Mais uma noite, ultimamente o hospital vem recebendo em grande escala de feridos, acidentes e etc. As ruas estão perigosas, principalmente para os moradores ao sul de Londres, do outro lado do rio Tâmisa. Algumas noites atrás aconteceu algo de muito estranho, suas cobaias e lacaios deformados através da vicissitude tiveram uma espécie de doença estranha e todos explodiram estranhamente como uma bola de gás preenchida de sangue escuro. O demônio ficou sem entender nada, fez pesquisas, amostras de sangue e nada. Mas apenas uma coisa passou pela cabeça dele, foi algo sobrenatural, só podia, mas exatamente o quê? Sua cabeça tinha tantas preocupações, fora os atentados bem sigilosos dos Garous, como se eles soubessem também manter a tal "Máscara" e com seu grande conhecimento, sabe que sim, eles o chamam de "Véu" é a mesma coisa que a maioria dos vampiros da Torre de Marfim praticam.

Mais uma noite se inicia para o Ancilla, por sua influência, sabe que aos fundos há uma espécie de mausoléu, um lugar que esta até fora do controle da prefeitura de Londres, algo à cima do governo, mas ele sabe que pertence ao clã Giovanni e ali mesmo reside uma membro do Clã deles. Sabe que a mesma boa parte fica isolada naquele local, nunca recebe visitas, mas na noite passada, algo passou em sua cabeça, o clã dela lida com a morte, seus carniçais foram destruídos de uma forma estranha, se isso foi um aviso ou atentado por parte dos Ventrue referente ao novo proprietário do Hospital e jornal local é possível. Mas como eles fizeram isso, é estranho e se realmente foram eles. Esta despertado apenas alguns minutos, o cheiro de sangue podre ainda é sentido por Sebastian, o local ainda sujo e com restos de pele e membros espalhados pelo lugar. Sabe que Georgia poderia ajuda-lo com os mortos talvez e descobrir. Mas os necromantes tem uma reputação de sempre quererem algo em troca, mas eles sempre cumprem os acordos. Vai querer dever um favor a um Giovanni, ou melhor, A Giovanni da cidade que por sinal tem o aval de viver na cidade pela Camarilla. Nem isso o Tzimisce sabe o que eles combinaram em deixa-la na mesma. Agora a escolha esta nas mãos do soberano do hospital.




Laboratório | Ala dos Carniçaisi.

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MensagemAssunto: Re: ☥ Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.   Qua Jun 14, 2017 4:32 am

Curioso, pensou.

Havia algo grande em curso. Encarava, porém, que a falha era sua e de mais ninguém. O demônio fazia anotações mentais, enquanto caminhava contemplativamente pelo laboratório:

Os espécimes da geração B foram todos reprovados.

Motivo: Incerto

Hipóteses prováveis: 1- Ritual lupino visando limpar a mácula da wyrm, indicaria um lobo de sabedoria ancestral. 2- Alguma defesa da Camarilla, com auxílio dos tremere, para impedir a invasão Sabá, cuja ameaça cresce a cada dia. Os demais independentes sabiam muito pouco sobre a situação para elaborarem uma ação tão direta.

Ações a serem tomadas: Hipótese 1: Potencializar a resistência na geração C, criar seres mais robustos e com mais sangue. Partes lupinas seriam ótimas para isso. Enquanto não estão disponíveis, usar mais matéria prima. Morimbundos do hospital e corpos que aquela criança Giovanni possa oferecer em troca de um estoque de sangue são um bom começo. Hipótese 2: Não mudar de atitude, para que o inimigo não tenha informação sobre a eficácia de sua ação. Alertar Szantovich, para que fique atento a essa possibilidade. Melhor investir em carniçais poderosos e sangues fraco por enquanto. Um avanço do Sabá seria positivo, de qualquer forme. Além disso, a informação privilegiada mostraria poder (que poderia ser buscado) e lealdade (que poderia ser cobrada depois).


Detestava a modernidade, mas amava o futuro. Não era uma boa hora para se mostrar. Sentou-se em sem computador, e articulou seu plano. Enviou um e-mail para a Giovanni.

G.
Senhorita Watteau dá luz
a um rato com motor de pedra
a sua prole entristecida e retardada


- Consulta com dr. Kooperst, 23h. Confirme respondendo.

S.


Era sua forma de marcar uma reunião. Abraçada pelos anciãos errados, a neófita. Tinha uma chance de encontrar a luz.

Prosseguiu com seu plano, e escreveu uma mensagem ao amigo:


Așteptați câteva zile, apoi veniți în umbre.

Ei au ochii pe tine.

Nu aduceți niște monștri slabi, doar sânge slab. Vreau să te cunosc, la sosirea ta.


Apenas o necessário para os peãos dos Ventrue lerem e não entenderem. Precisava de um ponto de vista imparcial.

Lavou-se, e manipulou ossos e a carne. Assumiu uma forma inofensiva.

Uso de disciplina: Caminho do espírito 3

Saiu pelos dutos secretos, e, portando toda a documentação, chegou ao andar térreo. Passou pelas portas de segurança máxima, evitando todas as armadilhas, até sair por uma porta qualquer, que era guardada por dois brutamontes à paisana. Foi caminhar pelos corredores do hospital, para sentir o que estava acontecendo "lá fora". Qualquer atividade suspeita deveria ser estudada. Precisava descobrir se mais alguém percebera fenômenos estranhos, que teriam ocorrido ao mesmo tempo da perda das cobaias.
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MensagemAssunto: Re: ☥ Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.   Seg Jun 19, 2017 2:50 am



Não demorou muito a posicionar o seu relatório mental sobre as possíveis possibilidades de suas cobaias terem sido destruídas de uma noite para outra. Para o demônio, realmente é algo de novo isso, pois não sabe o que realmente aconteceu suas cobaias. Depois de raciocinar enviou seus e-mails para sus devidos remetentes.

Após usar a magia do seu clã, conseguiu ter um vislumbre melhor nas alas do laboratório, mas nada de errado e só o cotidiano do refúgio do mesmo. Ao passar por todas as passagens ele sai tranquilamente em uma ala secreta e em segundos passeando pelos corredores, sentindo o cheiro dos produtos hospitalar. Enfermeiras, enfermeiros e alguns médicos locais. Alguns sempre andando rápido e com pressa por algumas alas. Pessoas em macas em alguns corredores, o St. Mary é enorme, um dos se não for o maior hospital de Londres.

O que chama a atenção do Tzimisce é um gruindo vindo de um dos quartos dos pacientes. Da terceira a frente do Ancilla, note um médico saindo do quarto, aparentemente zonzo com a mão direita no pescoço e com expressão um pouco de dor e parece perdido. Antes que possa fazer algo, percebe também uma mão puxando o médico de volta para dentro que vai no susto e a porta é fechada. Cheiro de sangue é nítido, algum descuidadoso se alimentando assim? Na cara dura de um hospital bem conhecido ou seria outra coisa?


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MensagemAssunto: Re: ☥ Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.   Qua Jun 21, 2017 12:34 am

Diversos pensamentos passam ao mesmo tempo pela cabeça do metamorfo, nenhum deles de preocupação.

Concentra-se um pouco para observar a sala com seus sentidos sobrenaturais.
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MensagemAssunto: Re: ☥ Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.   Qui Jun 22, 2017 9:37 am



Esse momento o corredor estava vazio, mas ampliando os seus sentidos através do seu dom das trevas, é possível ouvir ao longe de outros corredores vozes aleatórias, passos, som de rodinhas de macas, vozes dos alto-falantes chamando os funcionários do hospital em alas adequadas ao chamado e o barulho que vem do quarto a qual achou suspeito. Como se um corpo tivesse sendo arrastado e depois mais nenhum silêncio, logo um outro som de janela se abrindo e o assovio do vento gélido de Londres aparentemente penetrando ao quarto. Através do caminho oculto, agora é possível ver o médico ao chão largado e pouco sangue escorre do pescoço do mesmo. Ainda vê a figura tamanho mediano, branco, cabelo curto e escuro. Parece um adolescente de no máximo 19 anos, com roupa de paciente saindo assustado pela janela. Dando a última olhada para o corpo do médico e querendo entender o porquê fez aquilo. Em seguida ele se jogou para o lado de fora. E ficando apenas nisso, sua visão ao lado de fora um pouco vê ele se escorando pelos carros e aos pouco desaparecendo entre as vielas.

Enquanto pensava no que fazer, menos de cinco segundos atrás dele, no final do corredor na virada, surge duas pessoas, uma enfermeira do hospital a quem Petresko a conhece, uma senhora já de idade, na faixa dos quase sessenta anos. E ao lado, um cara de 1,80 de altura, jovem, usando uma calça jeans desbotada, pele branca, uma camisa cinza por de baixo de um colete preto com capuz arreado. Loiro, cabelo liso até a altura do ombro e possui olhos verdes claro. Ambos te olham de baixo à cima rapidamente e a velha aponta para a porta dizendo ao rapaz:

-- Ele está naquele quarto. - Ela rapidamente olha novamente para o Tzimisce e completa: -- Minha jovem, pode leva-lo até o quarto 07. Tenho que voltar para a recepção, hoje esta uma loucura o hospital. Por favor. -

Ela nem espera uma resposta e literalmente larga o rapaz jovem em suas mãos. Que fica te olhando naturalmente esperando guia-lo. E o quarto é o mesmo que aconteceu o ataque.

OBS: Força de Vontade -1




Misterioso.

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MensagemAssunto: Re: ☥ Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.   Sab Jun 24, 2017 1:07 am

Sebastian ignorou o homem por alguns poucos segundos, enquanto sua mente analítica e calculista terminava um raciocínio.

Hum.

Parecia uma criança, um gangrel rebelde, sangue fraco. Talvez tivesse chegado ao hospital pelos motivos errados, e se desesperado em seu despreparo. Crianças tontas. Tempo do sangue fraco. Problema da Camarilla. Essa hipótese é positiva, caos na cidade poderia distrair os idiotas que disputam o poder, favorecendo o avanço dos "aliados" do Sabá.


Mas não era inocente. Os anos  o haviam deixado um pouco paranóico. Não era um problema, era só uma paranóia desconfortavelmente saudável para quem quer suceder em viver mais alguns séculos.

Por outro lado, não era normal o hospital receber esse tipo de diagnóstico. Seria coincidência um incidente como esse logo após eu não esboçar reação sobre a morte dos carniçais?
O plano será mantido. Que o humano loiro reaja à situação como quem ele é, na presença de uma enfermeira despreparada para lidar com a situação incomum. Nenhuma pista da minha existência deve sair da minha reação.


Sebastian, que aparentemente atendia agora por Glory (segundo seu crachá), encarou o homem, e justificou os 4 segundos de confusão com uma risada empática, que revelava algum cansaço.


Tudo bem, dá tempo!

Respondeu para a veterana que já sumia pelo corredor.

Vamos lá?

Perguntou sorrindo para o homem, deixando transparecer algum interesse pelo mesmo.

Fez um sinal para que ele a acompanhasse, e abriu a porta com naturalidade, deixando-o entrar primeiro.
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MensagemAssunto: Re: ☥ Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.   Seg Jun 26, 2017 3:19 pm



O rapaz seguiu naturalmente até a porta assim que ele lhe deu a última olhada de baixo para cima e agradeceu com um aceno de cabeça. Já o jovem fugitivo, tudo pode ser realmente ou nada do que o Tzimisce presenciou dentro do quarto. O rapaz loiro coloca a mão na maçaneta para abrir, ele para com a mão na maçaneta e faz uma expressão de desaprovação e franziu o cenho. Te olhou rapidamente e diz:

-- Obrigado enfermeira, pode-se retirar, esta tudo bem por aqui... -

Ele continuou sem abrir a porta, só com a mão na maçaneta, rapidamente ele olha para a porta, fecha os olhos e como se farejasse sutilmente o ar e resmunga algo em um idioma. E abre a porta lentamente, dando uma olhada rápida ao chão e abre rápido. Entrando rapidamente em seguida.



OFF: Pode fazer um teste se quiser de Raciocínio + Linguistica, Dif 8. Para entender o que ele resmungou e qual supostamente o idioma.

Resultado do teste: Pelo seu conhecimento sobre Garou, ele proliferou a palavra Wyrm em alemão ou algo bem próximo.

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Última edição por Fractius em Sex Jun 30, 2017 5:58 pm, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: ☥ Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.   Seg Jun 26, 2017 4:34 pm

Desgraçados., pensou.

Uma grande peça parecia estar usando Londres como cenário, e aquele prédio era parte do palco. Sabia que havia uma agressão feita por um vampiro no quarto há poucos segundos. Sabia também que alguns lupinos sabiam como farejar as coisas que eles não gostavam. Uma noção bastante primitiva de "bem" e "mal", e o mal podia ser farejado. Aquele homem havia farejado o quarto.

Desgraçado, teria sentido também a mim?

Provavelmente. Mas coisas degeneradas e corrompidas é o que mais se vê por aqui, dificilmente ele saberia da minha natureza.


Apesar do século de estudos, os conhecimentos do Tzimisce sobre lupinos eram limitados. Melhor ser cauteloso. Simulou sucumbir à autoridade, caso o rapaz tivesse usado algum outro poder que não tenha surtido efeito, devido à natureza superior do vampiro.

er... tudo bem, senhor. Aperte o botão na parede caso precise de alguma...

nossa, que grosseiro...
. Completou, para a porta já se fechando.

Obviamente, não foi embora. Apenas caminhou mais alguns passos, até uma próxima porta, onde fingiu ler um prontuário enquanto se concentrava novamente no interior do primeiro quarto.

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MensagemAssunto: Re: ☥ Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.   Qua Jun 28, 2017 8:18 pm



A porta foi fechada na cara do Ancilla. Mas naturalmente seguiu para porta ao lado, sem abrir, fingia olhar para o portuário e quando usou usa arte mística do Koldunismo, sente a pressão do próprio lado espiritual rasgando o véu e mais uma vez observa dentro do quarto. Nota o homem já de pé olhando pela janela ao lado de fora, farejando o ar novamente e com um celular ao ouvido desligando guardando-o ao bolso. Ele olha para trás, olhando para a porta, fecha os olhos rapidamente e Sebastian do lado escuta o som da porta se trancando por dentro e sem a chave. Ele se vira, sobe na janela e salta sumindo de sua visão.

O médico ao chão parece recobrar a consciência, mas quase morto, gruindo em dor com a mão no pescoço e se remexendo sem entender o que aconteceu com ele.


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MensagemAssunto: Re: ☥ Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.   Sex Jun 30, 2017 2:04 pm

Teria ele trancado a porta sem a chave? Seria um poder bem esquisito para um lupino. Mas dificilmente aquela criatura seria outra coisa.

É ruim atrair atenção para o hospital, mas o mais estranho, nesses tempos turbulentos, seria um lugar grande e importante como o St. Mary sem ocorrência alguma. Se a ideia era atrair pouca atenção, o melhor era minimizar o caso o máximo possível.

Voltou para o quarto, e tentou abrir a porta, para verificar se esta estava mesmo trancada.
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MensagemAssunto: Re: ☥ Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.   Sex Jun 30, 2017 6:08 pm



As coisas aconteceram do nada e rápido demais dentro do hospital. As vezes tinha alguns problemas graves, mas nada ligado ao vampirismo assim na cara duro dentro da propriedade nova do Tzimisce quem em outro tempo pertencia aos Ventrue e com a queda do Príncipe as coisas foram mais fácil. Sebastian é ousado, pois sabe que todo o distrito de Westminster pertence aos fanáticos Sangues-Azuis. Mas enquanto sua máscara não cai, tudo está sob o controle do Ancilla.

Caminhou até a porta, assim que toca a maçaneta, tem uma sensação de calafrio estranho demais, fora que está quente, mas não ao fato de queimar o vampiro. Ainda com sua arte do Koldunismo ativado, percebe do lado de dentro que o médico logo irá morrer por falta de sangue no organismo e a porta trancada realmente. Mas sem chave nenhuma, tanto fora ou dentro e o próprio possui todas as chaves deste lugar a qual esta em seu refúgio nesse instante. Ou na recepção a qual apenas os médicos e enfermeiros em geral com acesso pelo Diretor do Hospital, que me tese é o próprio Vampiro. Tem apenas um mortal como marionete do mesmo fazendo bem esse papel até então. Pois ele demitiu o antigo, já que o mesmo era um carniçal de algum sangue-azul da cidade. O jeito mais rápido seria arrombar a porta, e ele tem força o suficiente para isso.


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MensagemAssunto: Re: ☥ Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.   Sab Jul 01, 2017 11:47 pm

De fato, um óbito no hospital atrairia atenção indesejada, ainda mais sob tais circunstâncias.

A maçaneta, porém, não parecia bom agouro. Que fosse, a situação poderia vir a servir para suas estratégias.

Sebastian, com seus sentidos avançados, certifica-se de que não há pessoas vindo nos corredores adjacentes, e, sendo o caso, utiliza seu poder transcendental para transformar-se em uma densa poça de sangue. Prontamente, escoa por baixo da porta, sem tocar na maçaneta.

Se não houver surpresas, move-se até ficar ao lado do mortal caído, e materializa novamente todo o seu corpo. Observa a situação e, coloca um dos pés sobre a boca da vítima, forçando sua abertura. Lentamente, transforma toda a perna para a forma sanguínea, que torna-se vitae a escorrer pela boca do médico, fazendo com que ele ingira dois pontos de sangue vampírico. Em seguida, usa o poder da vitae para gerar outra perna de sangue, e a solidifica, recuperando assim o membro perdido.

gasto de 2 pontos de sangue
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MensagemAssunto: Re: ☥ Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.   Sex Jul 07, 2017 5:00 pm



A noite realmente não se iniciou bem para o Tzimisce, alguns problemas com suas obras de arte em seu laboratório no subterrâneo, ao mesmo tempo um suposto vampiro sem saber do que seja fazendo merda em um dos hospitais mais catalogado de toda Londres e por fim, Garou? Para completar essa noite maravilhosa.

Sebastian observa na direção dos corredores, até então nada, mas seus sentidos reparam que o do ala leste à uma pequena movimentação, talvez estejam vindo nessa direção e a única coisa que  incomoda é a câmera de segurança desta ala que o vampiro se encontra.

Mas através de sua maldição, seu corpo instantaneamente se transforma em uma poça de vitae viva e facilmente passa por de baixo da porta. E com sucesso consegue moldar sua vitae ao corpo do mortal que convulsa ao solo sentindo todo aquela energia vermelha transcendendo o corpo e até os furos no pescoço se regenerou com a força do sangue do Ancilla. Quando restaura sua perna e corpo de uma simples e bonita enfermeira o médico abre os olhos com fervor, respiração ofegante, suas mãos voa ao próprio pescoço desesperado se erguendo como se tivesse novo em folha, mas ele se apoia meio estranho e tonto ainda. Te olha perguntando:

-- Que houve enfermeira... - Ele tenta observar seu crachá para ver seu nome.

Não consegue e volta a olhar para a cama do paciente vazia e amarrotada e observa o sangue no chão e se vira para o Tzimisce e pergunta de novo:

-- Eu fui atacado pelo paciente, mas senti ele me mordendo como um louco... estranho... -

Ele passa a mão no pescoço, sujo um pouco de vermelho, claro que quando aquele vampiro o mordeu, deixou espirrar algo, mas ele caminha até o espelho e vê tudo inteiro e perdido olhando para enfermeira sem entender porra nenhuma. E através de suas habilidades ainda ativa ouve os passos de pessoas se aproximando.



OBS: Força de Vontade -2 | Pontos de Sangue: 17 / 20

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MensagemAssunto: Re: ☥ Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.   Ter Jul 11, 2017 4:28 am

Sebastian mantinha seu costume de pensar de maneira analítica e muito rápida, antes de tomar uma atitude - sempre minuciosamente planejada... Pensava:



Claramente ainda havia algum sangue no corpo do mortal... Não fosse o caso, ele estaria abraçado agora.

Novatos incompetentes, nem o serviço mais trivial completam...

De qualquer forma, ele havia sido muito debilitado, e acabara de absorver meio litro de sangue potente (equivale a dois pontos para a geração). Isso significa que boa parte do sangue em seu corpo é meu poder o mantendo vivo. Na prática, um carniçal dependendo do meu vitae para se manter vivo...


Com a estratégia bolada, a enfermeira olhou para o médico de forma sedutora, e levou uma mão ao seu rosto, enquanto o encarava de maneira amável.

Apostou que o poder do sangue poderia facilitar um vínculo empático entre os dois, e que a confusão do médico o faria aceitar sugestões com mais facilidade. Falou com uma voz amedrontada, ainda que encantadora:


Doutor... Não deixa eles fazerem mal pra mim.

Não podemos confiar em ninguém agora. Não podemos contar nada para eles, até sabermos quem está do nosso lado, e quem não está.

Você PRECISA fingir que nada aconteceu, até a gente poder sentar e pensar nisso com calma. Temos que fingir que nada aconteceu por enquanto, por segurança. Ai meu deus, eu to com tanto medo...



*começa a chorar*
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MensagemAssunto: Re: ☥ Sebastian Petresko : Arco I, Ato I: O Demônio de Westminster.   Seg Ago 28, 2017 7:57 pm



O doutor se sente bem com suas carícias, estranha em seguida do porquê ele esta agindo um pouco estranho. Ele não sabe o motivo, mas a enfermeira sim. O sangue representa a força dos vampiros e disso "ela" entende muito bem. O Tzimisce consegue com suas palavras doces convencer o pobre homem que por sinal ainda esta com a expressão de perdido sobre o que realmente aconteceu ali.

-- Não se preocupe, você até que tem razão... Não precise chorar. -

Ele te puxa para um abraço no sentido de conforta-la. Nesse instante, aquela mesma enfermeira idosa chega com dois policiais observando a cena ao abrirem a porta. Eles perguntam sobre o paciente, o médico disse que o mesmo estava louco, atacou o mesmo e fugiu pela janela. Um dos policiais de nome Brian afirmou que o paciente é um suspeito de assassinato ao sul da cidade. Mas como estava tudo bem, o"susto" passou e eles se retiraram junto com o médico. Agora a mesma fica sozinha no quarto para fazer o que bem entender.


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